PT tenta anular lei que deu nome da mãe de Bolsonaro a viaduto para homenagear fundadora do partido Foto: Reprodução
O nome de um viaduto no quilômetro 15 da Rodovia dos Imigrantes, em Diadema, Grande São Paulo, virou o mais novo palco de polarização política na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
A deputada estadual Beth Sahão (PT) protocolou um projeto de lei que visa anular a recém-sancionada homenagem a Olinda Bolsonaro, mãe do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A proposta da parlamentar petista sugere substituir o nome da mulher pelo de Beatriz Accorsi Pardi (Bia Pardi), ex-deputada e uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores, que faleceu na última semana.
A polêmica começou dias após o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sancionar, na última quarta-feira (10), a lei que batizou a estrutura em memória de Olinda Bolsonaro. A iniciativa original havia sido apresentada em 2023 pelo deputado estadual Paulo Mansur (PL), aliado da família do ex-presidente.
A reação da bancada do PT foi imediata. Aproveitando o falecimento de Bia Pardi, ocorrido na terça-feira (9), véspera da sanção do governador, Beth Sahão estruturou o novo projeto de lei para contra-atacar a homenagem da ala bolsonarista e rebatizar o viaduto com o nome da líder histórica da esquerda paulista.
A mãe de Bolsonaro viveu em Eldorado (SP), na região do Vale do Ribeira, onde o ex-presidente residiu até a adolescência. Bolsonaro é o terceiro de seis irmãos. Aos 19 anos, ele se mudou para Resende (RJ), onde cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).
A mudança de nome do viaduto partiu de um projeto de lei de 2023 do deputado estadual Paulo Mansur (PL), aliado de Tarcísio e da família Bolsonaro, além de ser do mesmo partido do ex-presidente.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
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O quadro clínico do ex-presidente, de acordo com a unidade de saúde, é considerado estável.
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