Com isso, o projeto de lei será analisado pelo plenário da Casa legislativa municipal, onde deve ser votado pelos vereadores que definirão se aprovam ou não.
Mc Oruam se apresentando em show. Foto: Cesar Lopes/Agência Preview/Divulgação
O projeto de lei 26/2025, que ficou nacionalmente conhecido como PL Anti-Oruam, foi aprovado, nesta quinta-feira, 26 de junho, em todas as comissões que foi submetido na Câmara de Vereadores de São Paulo.
A autora da proposta, vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil), usou as suas redes sociais para celebrar o avanço do projeto.
"Cada aprovação é um passo firme contra a romantização do crime. A cidade de São Paulo está dizendo em alto e bom som: aqui, o tráfico não faz carreira. Seguimos firmes na luta contra o crime organizado", escreveu a parlamentar.
Após receber aval positivo das comissões necessárias, o projeto segue para o plenário da Casa legislativa, onde deve ser apreciado pelos vereadores.
O projeto de lei batizado de “Anti-Oruam” quer proibir a contratação de artistas que façam apologia ao consumo de drogas e ao crime organizado em eventos promovidos pelo poder público.
O nome "Anti-Oruam" surgiu porque o artista, em suas apresentações, tem feito apologia ao crime, especialmente ao pedir a liberdade do seu pai, o ex-traficante Marcinho VP, que está preso desde 1996.
Confira as comissões que aprovaram o PL
Oruam diz que pai não deve mais nada
Em uma declaração feita durante uma live, o artista afirmou que Marcinho VP “não deve mais nada à Justiça” e que ele deve sair da prisão em breve.
“Meu pai não deve mais nada, mas a Justiça não solta ele porque a mídia fica botando ele como vilãozão para sempre. Meu pai já pagou tudo e vai sair em breve, em nome do senhor Jesus”, disse Oruam.
A fala reacendeu o debate em torno da figura de Marcinho VP, apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do país.
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