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Presidente Lula compara sua eleição à revolução comunista da China

O líder petista destacou que o governo chinês e o seu tiraram milhões de pessoas da pobreza.

Jameson Ramos

12 de maio de 2025 às 13:52   - Atualizado às 13:52

Presidente Lula durante discurso na China.

Presidente Lula durante discurso na China. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Durante discurso no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-China, em Pequim, o presidente Lula (PT) comparou as suas vitórias eleitorais com a revolução comunista chinesa de 1949. De acordo com o líder petista, o seu governo e o partido comunista chinês foram responsáveis por melhorar a qualidade de vida de seus povos.

“É a única razão que eu acredito que valeu a pena a revolução chinesa de 1949. O que valeu nossas eleições no Brasil é provar que quando um governo tem compromissos sociais e não esquece as origens daqueles que chegaram ao poder e querem governar para todos, as coisas melhoram” , disse Lula.

O presidente brasileiro destacou que o Partido Comunista da China tirou 800 milhões de chineses da pobreza nos últimos 40 anos, enquanto no Brasil - sobre seu governo -, 54 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza.

"São 2 países que têm o compromisso de resolver o problema da pobreza que martelou a vida desses países por muito tempo. É notável que a China tirou em 40 anos 800 milhões de pessoas da pobreza, como é notável que o Brasil em 10 anos tirou 54 milhões de pessoas que passaram fome no meu país" , declarou.

O presidente Lula está na China desde o último sábado, 10 de maio. No domingo, Lula participou de agendas oficiais. Já nesta segunda-feira, 12 de maio, ele participou de encontros com empresários chineses. Na terça, o petista se reunirá com o presidente da China, Xi Jinping.

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Guerra comercial

Autoridades dos Estados Unidos e da China anunciaram nesta segunda-feira, 12 de maio, que chegaram a um acordo para reduzir a maioria das tarifas recentes e estabelecer uma trégua de 90 dias em sua guerra comercial, a fim de permitir novas negociações.

Os mercados de ações subiram significativamente, à medida que as duas maiores potências econômicas do mundo recuaram de um confronto que vinha abalando a economia global.

Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA, afirmou que os EUA concordaram em reduzir sua tarifa de 145% sobre produtos chineses em 115 pontos porcentuais, para 30%, enquanto a China concordou em fazer o mesmo com suas tarifas sobre produtos americanos, reduzindo para 10%.

Greer e o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, anunciaram as reduções tarifárias em uma entrevista coletiva em Genebra. Os dois adotaram um tom positivo ao afirmar que os países estabeleceram consultas para continuar discutindo as questões comerciais.
 

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