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Tarifaço: Haddad afirma que Lula não vai escolher entre China e os Estados Unidos

Na visão do ministro, o presidente Lula tem as portas abertas em qualquer governo do mundo. 

Jameson Ramos

12 de maio de 2025 às 10:33   - Atualizado às 10:33

Fernando Haddad e Lula.

Fernando Haddad e Lula. Foto: Ricardo Stucker/PR

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que diante da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, o presidente Lula (PT) não vai escolher nenhum lado. "Ele acredita no multilateralismo mesmo, não é tipo", afirmou em entrevista ao UOL.

"A China é o maior parceiro comercial do Brasil hoje, há muitos anos. Então, como é que você vai prescindir disso? Os Estados Unidos têm uma tecnologia de ponta que ninguém domina no nível que eles dominam. Porque depois ficou assim: 'Ah, o Brasil escolhe a China ou escolhe os Estados Unidos? O presidente Lula não vai fazer essa escolha", disse Haddad.

Na visão do ministro, o presidente Lula tem as portas abertas em qualquer governo do mundo. 

"Talvez [Lula] sejam os poucos governantes que tenham portas abertas em qualquer quadrante do mundo. Ele acredita que não há multilateralismo mesmo, não é tipo. Ele acredita no multilateralismo e pensa que o Brasil, sobretudo pela sua dimensão, peso específico, nem pode pensar em outra política que não seja multilateral. O fato de que, na mesma semana em que ele estava na China, eu estava nos Estados Unidos, deveria significar alguma coisa para um observador isento", destacou.

Senado

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é o mais citado pelos entrevistados do novo levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira, 6 de maio, quando questionados em quem votariam para uma cadeira no Senado por São Paulo no próximo ano.

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Nos dois cenários estimulados da pesquisa, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, o "autoexilado" filho de Jair Bolsonaro (PL) tem 36,5% das intenções de voto.

No primeiro cenário, o segundo mais citado é o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), com 32,3% dos votos.

No segundo cenário, é o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) quem aparece atrás de Eduardo Bolsonaro, com 34,6% das intenções. Como são duas vagas ao Senado nas próximas eleições, os entrevistados puderam citar até dois nomes da lista.

Todos os outros possíveis candidatos foram listados nos dois cenários e mantiveram a mesma posição, com pequenas variações numéricas nos percentuais de intenção de voto.

Apesar de aparecer em primeiro na pesquisa para o Senado, o nome do filho "03" de Bolsonaro é propagado pelo pai como um dos possíveis substitutos do próprio ex-presidente em 2026, já que segue inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2030.
 

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