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Presidente da Associação de Cabos e Soldados espera que PE padronize o funcionamento das corporações

Luiz Torres, presidente da associação, participou nesta segunda-feira (30), de uma audiência pública realizada na Alepe. Ele espera que a governadora Raquel Lyra dê uma atenção à categoria

Jameson Ramos

30 de junho de 2025 às 13:52   - Atualizado às 13:52

Presidente da ACS, Luiz Torres.

Presidente da ACS, Luiz Torres. Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realizou nesta segunda-feira, 30 de junho, uma audiência pública para debater a Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros dos Estados e do Distrito, que estabelece as normas para organizar e padronizar o funcionamento das corporações. 

O deputado Joel da Harpa, presidente da Comissão de Segurança Pública, foi o responsável por convocar a audiência na Alepe.
Diante dessa padronização, cabe aos estados a organização e aplicação da lei, observando as normas gerais estabelecidas pela nova legislação e os fundamentos de estruturação das Forças Armadas.

O presidente da associação dos cabos e soldados de Pernambuco (ACS), Luiz Torres, afirmou - em entrevista exclusiva ao Portal de Prefeitura, que a categoria está unida e espera que a governadora Raquel Lyra (PSD) dê a atenção necessária para a causa.

“Nós precisamos, de uma vez por todas, entender o que é que diz essa lei. E essa comissão, e esse evento feito hoje, essa audiência pública, ela vai sim tirar todas as dúvidas para que a partir daí possa ser criada uma comissão junto ao governo do Estado para que nós, entidades representativas, junto com os deputados, possamos sentar e possamos levar também o que é importante em cada ponto que tem nesta lei”, afirmou.

Confira o vídeo:

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Entenda

Após 22 anos de tramitação, a Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 12 de dezembro de 2023. A Lei 14.751 estabelece, em nível nacional, normas gerais para organizar e padronizar o funcionamento das corporações. 

Também define garantias, deveres e vedações para as duas categorias. Dessa forma, garante amparo legal e mais segurança jurídica à atuação dos policiais militares e bombeiros.

Garantias aos militares

São asseguradas 37 garantias para policiais e bombeiros militares da ativa, da reserva remunerada e reformados. Veja algumas delas:

  • porte de arma, válido em todo o território nacional
  • assistência médica, psicológica, odontológica e social para o militar e seus dependentes
  • livre acesso aos locais sujeitos à fiscalização
  • prioridade nos serviços de transporte e comunicação
  • remuneração escalonada pelos postos e graduações
  • estabilidade de carreira após três anos de serviço
  • ajuda de custo, quando removido de sua lotação para outro município
  • pagamento antecipado de diárias por deslocamento fora de sua lotação ou sede para o desempenho de sua atribuição
  • direito a equipamentos de proteção individual, em quantidade e qualidade adequadas ao desempenho das funções
     

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