Prefeitura de Garanhuns prepara inauguração de mais uma Cozinha Comunitária. Foto:Divulgação
A Prefeitura de Garanhuns, através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, informa que a reforma do prédio onde será instalada a segunda Cozinha Comunitária de Garanhuns está na fase final, para que a secretaria possa ocupar com os equipamentos e mobiliário.
A nova cozinha comunitária está sendo instalada na Cohab III, o espaço foi definido no começo do ano, e foi preciso um tempo para desocupação, trâmites administrativos e reformas estruturais, com previsão de inauguração no próximo mês de outubro.
O prefeito Sivaldo Albino já informou que levará novas cozinhas comunitárias para outros bairros, com a sinalização do apoio do Governo do Estado, iniciando a busca por novos locais e questões administrativas tão logo a Cozinha da Cohab III seja inaugurada.
Os investimentos para implantação e custeio da nova Cozinha Comunitária estão previstos conforme dados abaixo:
O município arca com os valores que ultrapassarem a contrapartida dos R$ 20.000,00 do Governo do Estado, portanto, dentro de uma previsão de R$ 32.000,00 mensais.
O mais importante é oferecer mais um equipamento que visa atender a população mais vulnerável do município, com alimentação de qualidade, com supervisão de nutricionistas e da equipe multiprofissional da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.
Vale ressaltar que a Cohab III vem recebendo o maior conjunto de investimentos de sua história, com escolas, creche, UBS, pavimentações, 100% lâmpadas LEDs, e vem aí o Hospital de Amor, referência nacional no tratamento de câncer, e o maior Compaz construído fora do Recife, equipamento de grande impacto e integração social para a comunidade.
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As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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