Aluno lendo Bíblia em escola. Foto: Reprodução
A Prefeitura de Curitiba autorizou que representantes do grupo Gideões Internacionais realizem a distribuição gratuita de exemplares do Novo Testamento em escolas da rede municipal ainda neste mês de novembro. A iniciativa, segundo o município, será conduzida de forma voluntária, transparente e respeitosa à diversidade religiosa, conforme determina a Constituição e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
De acordo com um ofício encaminhado às direções escolares, a atividade incluirá uma breve apresentação dos membros do grupo, com duração entre 10 e 15 minutos, seguida da entrega dos exemplares aos alunos que desejarem participar. A prefeitura orientou que as famílias sejam previamente comunicadas, garantindo que a participação seja “livre, consciente e respeitosa”.
O documento também destaca que os estudantes cujas famílias optarem por não participar permanecerão em sala de aula durante a ação. A administração reforçou que a medida respeita o princípio da laicidade do ensino público e o direito à liberdade religiosa tanto para os que professam uma fé quanto para aqueles que não a seguem.
A iniciativa reacendeu o debate sobre a presença de temas religiosos em escolas públicas. Especialistas em educação e direitos humanos ressaltam que a laicidade não impede a manifestação de crenças, mas proíbe qualquer tipo de imposição ou proselitismo dentro do ambiente escolar.
O grupo Gideões Internacionais, responsável pela entrega dos livros, atua há décadas na distribuição gratuita de Bíblias e Novos Testamentos em locais públicos como hospitais, universidades e instituições de ensino. A proposta, segundo a entidade, é “tornar a mensagem cristã acessível a todos que desejarem recebê-la”.
A Secretaria Municipal da Educação informou que acompanhará o processo para assegurar que todas as orientações sejam cumpridas e que a ação ocorra dentro dos princípios de respeito, inclusão e liberdade de escolha.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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