Prefeito de Goiana, Eduardo Honório, e o vereador Carlos Viégas Júnior. Foto: Divulgação
O prefeito de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, Eduardo Honório (União Brasil), confirmou nesta semana o nome de Carlos Viégas Júnior (PP) como seu candidato à presidência do Legislativo Municipal.
Reeleito para o quinto mandato consecutivo como vereador, Carlos Viégas Júnior já presidiu a Câmara Municipal em duas ocasiões, nos biênios 2017-2018 e 2019-2020.
Advogado de formação, Viégas é reconhecido por sua atuação na política local e foi apontado por Honório como o nome ideal para liderar o Legislativo em um momento crucial para o município.
A escolha acontece em meio a um contexto de incertezas políticas, uma vez que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu a reeleição de Honório, impossibilitando que ele assuma o cargo em 1º de janeiro de 2025.
A preferência de Viégas carrega um peso significativo, já que o próximo presidente da Câmara assumirá interinamente o comando da Prefeitura de Goiana até que novas eleições sejam realizadas. Essa transição foi determinada pelo TSE após a decisão unânime de que Eduardo Honório estaria configurando um terceiro mandato consecutivo.
Eduardo Honório foi eleito vice-prefeito em 2016, integrando a chapa de Oswaldo Rabêlo. Durante o mandato, Rabêlo afastou-se em diversas ocasiões por questões de saúde, e Honório assumiu a administração municipal por períodos prolongados. A Justiça Eleitoral entendeu que essas atuações configuraram o exercício contínuo do cargo de prefeito, invalidando sua tentativa de reeleição em 2024.
A defesa do atual prefeito argumentou que ele nunca exerceu o cargo de forma definitiva, atuando apenas como substituto temporário. O advogado Édipo Wagner de Lima Pessoa declarou que “o vice não pode ser penalizado por cumprir seu papel”.
Eduardo Honório recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a sua posse e aguarda decisão.
Enquanto isso, o cenário político em Goiana segue indefinido. O atual prefeito tem até 90 dias para organizar um novo pleito, conforme determina a legislação.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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