Para o conservador, objetivo é priorizar o aumento salarial de policiais, professores, médicos e funcionários públicos que trabalham e produzem, ao invés de manter benefícios considerados excessivos.
Renan Santos, presidente do MBL. (Foto: Cauê Del Valle/Divulgação MBL)
Renan Santos, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato a Presidência pelo recém-criado partido político Missão, falou em entrevista que pretende suspender a maioria dos concursos públicos no Brasil, exceto os considerados essenciais (assista o vídeo abaixo).
Para o líder conservador, objetivo é priorizar o aumento salarial de policiais, professores, médicos e funcionários públicos que trabalham e produzem, ao invés de manter benefícios considerados excessivos.
Renan Santos afirmou durante um discurso no dia 29 de novembro, que pretende "acabar com a raça" de Flávio Bolsonaro, senador do PL-RJ, ao chamá-lo para um debate. A declaração foi feita no 1º Festival do MBL, em São Paulo, e se refere ao cenário eleitoral de 2026.
Em suas falas, o pré-candidato à Presidência argumentou que tanto o senador quanto seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foram os principais responsáveis pela soltura e fortalecimento de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas eleitorais recentes.
“Eu quero ver o filho corrupto deles no debate comigo. Flávio Bolsonaro, eu te aguardo. Eu quero acabar, eu quero acabar com a sua raça, Flávio Bolsonaro. Você enterrou a nossa revolução, mas nós não morremos“, disse.
Segundo ele, o impacto político do julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado teria enfraquecido a direita e aberto espaço para o avanço de Lula na preferência do eleitorado.
“Vocês, Jair Bolsonaro e Eduardo, devolveram o Lula ao poder. O mesmo Lula que nós prendemos em 2018. Nós já vencemos eles antes, nós já os superamos antes. Nós temos PhD em como derrotar o PT”, afirmou.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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