Polícia Federal prende 11 PESSOAS por tráfico de DROGAS Foto: Divulgação/PF
A Polícia Federal prendeu, entre sexta-feira, 8 de novembro e domingo, 10 de novembro, onze pessoas por tráfico de drogas e deteve uma pessoa pelo crime de descaminho.
Na sexta-feira, 8 de novembro, no âmbito da Operação Bate Pronto, que desarticulou um grupo criminoso que aliciava pessoas para o tráfico de drogas para o exterior, foram presas sete pessoas, em dois imóveis localizados na zona leste de São Paulo.
Dentre os presos estavam a proprietária do imóvel e seu marido, apontados como responsáveis pelo aliciamento e controle operacional e outras cinco pessoas que seriam as que foram aliciadas, algumas das quais já haviam feito outras viagens para a França.
Nos imóveis foram encontradas drogas, passaportes, malas de viagem e cápsulas com cocaína (um dos presos tinha cerca de 1 kg da droga dentro do estômago). Esta operação contou com o apoio da Polícia Militar do estado de São Paulo.
Em outras ações, realizadas por policiais federais no Aeroporto Internacional de São Paulo, foram presas quatro pessoas por tráfico de drogas. Com estes passageiros, que tinham como destino a França, Catar e Portugal, foram apreendidos quase 10 kg de cocaína.
Entre os presos que responderão à Justiça Federal em liberdade provisória, há uma estrangeira, que ingressou no país mediante solicitação de refúgio e que já havia sido presa no ano de 2023, com 5 kg de cocaína.
Por fim, um brasileiro, que desembarcou de voo proveniente da Colômbia, foi detido por policiais federais com 160 caixas de medicamentos para diabetes, sem a devida documentação legal.
Os medicamentos, que tem a utilização off label para emagrecimento, foram fiscalizados por servidores da ANVISA, que constataram a intenção comercial do passageiro e apreenderam o medicamento. O acusado poderá responder pelo crime de descaminho.
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Segundo as autoridades, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos, com a realização de operações financeiras de alto valor.
A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos pelo "Careca do INSS" a uma empresa ligada a uma amiga do filho do presidente.
Esquema envolvia obtenção de provas, envio de respostas e intermediação de gabaritos. De acordo com a PF, o grupo teria atuado em diferentes seleções.
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