A investigação começou após duas pessoas serem encaminhadas à PF ao tentarem regularizar o CPF com documentos falsos durante atendimento na sede da Receita.
Agentes da Polícia Federal durante Operação. Foto: PF/Divulgação
A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira, 26 de novembro, a Operação Avohai, contra um grupo suspeito de falsificar documentos e usá-los para receber indevidamente benefícios da assistência social. O esquema, segundo a PF, tinha atuação em diferentes estados do país.
A ação contou com o apoio do Núcleo de Inteligência (NUINT) do Ministério do Trabalho e Emprego e cumpriu oito mandados de busca e apreensão autorizados pela 13ª Vara Federal em Pernambuco. As ordens judiciais foram executadas simultaneamente em endereços residenciais no Rio Grande do Norte, Ceará, Minas Gerais, Acre e São Paulo.
A investigação começou após duas pessoas serem encaminhadas à Polícia Federal ao tentarem regularizar o CPF com documentos falsos durante atendimento na sede da Receita Federal, no Recife. A partir desse episódio, os investigadores identificaram uma estrutura com atuação interestadual voltada à obtenção de documentos oficiais em nomes fictícios. Com isso, o grupo solicitava e recebia benefícios irregulares do BPC/Loas destinado a idosos.
O nome da operação faz referência a uma expressão popular usada para indicar alguém que assume múltiplas identidades.
Da redação do Portal com informações da Polícia Federal.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) realizou, nesta quinta-feira, 27 de novembro, a segunda fase da Operação Efeito Helicóptero, a 77ª ação de repressão qualificada realizada pela corporação em 2025. A nova etapa dá continuidade a uma investigação iniciada em outubro de 2022, voltada à identificação de um grupo criminoso envolvido em tráfico de drogas, financiamento do tráfico e lavagem de dinheiro com atuação interestadual. A primeira fase foi executada em outubro de 2023.
Nesta fase, estão sendo cumpridos 29 mandados de prisão e 25 ordens de busca e apreensão, além de determinações judiciais para bloqueio de contas, sequestro de bens e retenção de ativos financeiros. As medidas foram autorizadas pela 5ª Vara Criminal do Recife.
As diligências acontecem em diferentes municípios pernambucanos: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu e Abreu e Lima, na Região Metropolitana; Tacaimbó e Itaquitinga, no Agreste e também em outras regiões do país. Os alvos estão distribuídos por Cascavel, no Paraná, Novo Mundo, Corumbá, Eldorado e Campo Grande, no Mato Grosso Sul, Uberlândia e Ituiutaba, em Minas Gerais, São Paulo e Cotia (SP) e Ji-Paraná, Roraima.
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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação.
Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além de 24 ações de fiscalização em diversos estados.
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