Material apreendido pela PF. Foto: PF/Divulgação
A Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos da Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Pernambuco, deflagrou, na manhã da quinta-feira, 25 de setembro, duas operações com o objetivo de combater a prática dos crimes de armazenamento, compartilhamento e exposição à venda de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantil.
As investigações se referem a dois inquéritos policiais diferentes, que tiveram início em 2024. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos municípios de Recife e de Timbaúba. O objetivo é realizar a apreensão de computadores, notebooks, celulares e mídias com potencial de armazenamento de imagens e vídeos contendo cenas de abuso sexual de menores.
A depender dos resultados das diligências e dos exames periciais nos materiais apreendidos, os investigados responderão pela prática dos crimes de armazenamento, compartilhamento e exposição à venda de conteúdo envolvendo abuso sexual infantil. Somadas, as penas podem chegar a 18 anos de reclusão.
Todo o material apreendido em cumprimento aos dois mandados de busca e apreensão, será submetido a exame pericial com vistas a encontrar evidências dos crimes relacionados ao abuso sexual infantil por meio da internet.
"Embora o termo "pornografia" ainda seja utilizado em nossa legislação (art. 241-E da Lei nº 8.069, de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente) para definir "qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais", a comunidade internacional entende que o melhor nessas situações é referir-se a crimes de "abuso sexual de crianças e adolescentes" ou mesmo "violência sexual de crianças e adolescentes", pois a nomenclatura ajuda a dar dimensão da violência infligida nas vítimas desses crimes tão devastadores.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) deflagrou, na manhã da quinta-feira, 25 de setembro, a 61ª Operação de Repressão Qualificada de 2025, batizada de “Sidelines”. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa investigada pelos crimes de estelionato e falsificação de documentos públicos e particulares.
De acordo com a corporação, a investigação teve início em setembro de 2023 e resultou na expedição de cinco mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios do Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista, sob determinação da 3ª Vara Criminal da Comarca de Jaboatão dos Guararapes.
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Segundo a corporação, o senador pediu R$ 131 milhões ao banqueiro para a produção do filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos.
Diretor-geral da Polícia Federal afirmou ao STF que relatórios de inteligência não configuram monitoramento pessoal ou investigação criminal.
Clarice Cardoso que foi contactada pela agência americana para identificar se seus filhos estão no grupo de 163 menores resgatados em uma operação contra o tráfico de pessoas na Flórida.
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