Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, alvos da PF. Fotos: Bruno Spada/Câmara dos Deputados e Agência Câmara. Arte: Portal de Prefeitura
A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira, 19 de dezembro, uma operação com cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ). A ação faz parte da operação Galho Fraco, que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes das cotas parlamentares.
Ao todo, foram expedidos sete mandados, cumpridos no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro. As diligências são um desdobramento de uma fase anterior da investigação, deflagrada em dezembro de 2024.
Segundo a Polícia Federal, o inquérito apura possíveis crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Em atualização
O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, está entre os investigados na nova etapa da operação Sem Desconto, realizada pela Polícia Federal na manhã da quinta-feira, 18 de dezembro. A ação apura suspeitas de irregularidades relacionadas a descontos associativos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
Weverton é vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atua como relator de temas de grande relevância no Senado, entre eles a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de revisão da Lei do Impeachment.
Nesta fase da operação, a Justiça autorizou o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão, além de 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares. Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.
As diligências acontecem simultaneamente nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal.
Segundo a Polícia Federal, a ofensiva desta quinta-feira busca aprofundar as investigações sobre possíveis crimes de inserção de informações falsas em sistemas oficiais, formação de organização criminosa, estelionato previdenciário e práticas de ocultação e dilapidação de patrimônio.
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Ao todo, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva pela Polícia Federal.
Ele estava internado no Hospital João XXIII, em Minas Gerais, para onde foi levado após ser preso no âmbito de uma investigação que apura um suposto esquema bilionário de fraudes.
Alvo da Operação Compliance Zero, pastor e advogado é investigado por suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro e manipulação financeira.
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