Pernambuco, 25 de Agosto de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Banco Master: dois dos sete presos por esquema fraudulento em operação da PF são soltos; veja quem

A Operação foi deflagrada pela PF para investigar um esquema de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.

Gabriel Alves

21 de novembro de 2025 às 16:58   - Atualizado às 16:58

André Felipe e Henrique Souza, presos pela PF que foram soltos.

André Felipe e Henrique Souza, presos pela PF que foram soltos. Fotos: TV Globo/Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura

Dois dos sete presos na operação da Polícia Federal que investiga um esquema fraudulento no Banco Master foram soltos na noite de quinta-feira, 20 de novembro. Ambos deixaram a Superintendência da PF em São Paulo após o fim do prazo da prisão temporária, que tinha validade de três dias e não foi renovada. A informação foi confirmada pelas defesas.

Foram liberados:

  • André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de uma empresa suspeita de participação no esquema;
  • Henrique Souza Silva Peretto, sócio de outra empresa investigada.

Eles deixaram a Superintendência carregando travesseiros e tentando cobrir os rostos.

Quem segue preso

Outros cinco investigados continuam detidos porque tiveram a prisão preventiva decretada, modalidade sem prazo definido. Todos são executivos ou sócios do Banco Master. São eles:

Veja Também

  • Daniel Bueno Vorcaro, dono e presidente do Banco Master;
  • Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e sócio do banco;
  • Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia;
  • Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria;
  • Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio da instituição.

Operação

Operação Compliance Zero foi deflagrada pela Polícia Federal na segunda-feira, 17 de novembro, para investigar um esquema de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.

A PF cumpriu sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.

As investigações começaram em 2024, após o Ministério Público Federal pedir apuração sobre indícios de fabricação de carteiras de crédito sem lastro por uma instituição financeira. De acordo com a PF, esses títulos teriam sido vendidos para outro banco. Depois de inspeção do Banco Central, os ativos foram trocados por outros sem avaliação técnica adequada, o que levantou suspeitas de irregularidades. O caso evoluiu rapidamente e passou a envolver suspeita de crimes graves.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

10:21, 25 Ago

Imagem Clima

28

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger.
Investigação

PF aponta Lulinha como beneficiário indireto de negociações de lobista com empresários

Segundo relatório, o filho do presidente é citado em mensagens encontradas no celular de Roberta como o "beneficiário indireto" das negociações com empresários que tinham interesses em contratos do governo federal.

Jornalista Luís Pablo e o ministro do STF Alexandre de Moraes.
Inquérito

Relatório da Polícia Federal não vê indício de crime do jornalista alvo do STF

A corporação também afirmou não ser possível determinar "com máxima certeza" que os R$ 100 mil tenham sido pagos em troca de reportagens contra o ministro Flávio Dino.

Ministros do STF, Flávio Dino e Alexandre de Moraes
Profissão

Dino e Moraes surpreendem ao cogitar revisão no STF sobre a exigência de diploma para exercer o jornalismo no Brasil

A rediscussão sobre a legitimidade para atuar como jornalista ocorre no momento em que a Corte é criticada por autorizar medidas de quebra de sigilo contra o blogueiro maranhense Luís Pablo.

mais notícias

+

Newsletter