PF atende pedido de Lewandowski e abre inquérito contra Bolsonaro por fake news contra Lula. Foto: Divulgação
A Polícia Federal (PF) abriu, no mês passado, um inquérito para investigar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suspeita de disseminar fake news e cometer crimes contra a honra do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A apuração começou depois que o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, encaminhou um pedido formal ao diretor-geral da PF, Andrei Passos, solicitando que o caso fosse analisado.
O episódio que motivou a investigação envolve a divulgação, no canal de WhatsApp de Bolsonaro, de um conteúdo que associava Lula à morte de pessoas LGBTQIA+. A publicação foi apontada como falsa e ofensiva pelas autoridades.
A informação chegou ao Ministério da Justiça por meio de uma notícia-crime apresentada ao Ministério Público Federal (MPF) por um cidadão russo-brasileiro. No documento, ele relatou que o ex-presidente teria compartilhado a acusação em seu canal, atribuindo responsabilidade ao atual presidente por crimes dessa natureza.
O MPF recebeu a denúncia e decidiu encaminhá-la para análise da pasta comandada por Lewandowski.
A partir desse encaminhamento, a PF instaurou o inquérito para apurar os fatos. O procedimento investiga possíveis crimes contra a honra do chefe do Executivo e a propagação de informações falsas, tipificada no Código Penal. Investigadores pretendem identificar o alcance que a postagem teve e em quais circunstâncias ela foi feita.
As autoridades também avaliam o contexto em que a publicação surgiu, observando se ela se encaixa em padrões de comportamento repetidos ou em estratégias de comunicação adotadas pelo ex-presidente. A análise do conteúdo inclui verificar a origem das informações e as possíveis intenções por trás da postagem.
Embora a PF ainda esteja na fase inicial de coleta de dados, o caso já se soma a outras investigações envolvendo Bolsonaro e o uso de redes sociais para divulgar mensagens que possam se enquadrar como desinformação.
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A restrição foi estabelecida inicialmente pela Portaria 911/2023 do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
A Corte confirmou que o julgamento da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet.
O deputado estadual o candidato ao Senado direcionou o chamado a moradores de diferentes regiões de Pernambuco, incluindo Sertão, Agreste, Zona da Mata, Mata Sul e Região Metropolitana.
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