Jair Bolsonaro. Foto: Carolina Antunes/PR
A mais recente pesquisa Datafolha revelou que mais da metade dos brasileiros acredita que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser preso por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.
Segundo os dados divulgados nesta terça-feira, 8 de abril, 52% dos entrevistados disseram que o ex-chefe do Executivo deveria estar atrás das grades. O levantamento ouviu 3.054 pessoas com 16 anos ou mais, em 172 cidades, entre os dias 1º e 3 de abril.
A pesquisa mostra que 42% dos entrevistados consideram que Bolsonaro não deveria ser preso. Outros 7% disseram que não souberam ou não quiseram responder à pergunta.
O Datafolha também questionou os entrevistados sobre a expectativa real de que Bolsonaro seja de fato preso. Nesse cenário, a percepção muda. Para 52% dos brasileiros, o ex-presidente não será preso, apesar das acusações formais e da abertura de processo no Supremo. Apenas 41% acreditam que Bolsonaro acabará preso. Outros 7% também não souberam opinar.
O resultado mostra uma diferença entre o desejo de parte da população e a confiança no sistema judiciário para que isso se concretize. Ainda que a maioria dos entrevistados defenda a prisão de Bolsonaro, a mesma proporção não acredita que a Justiça vá aplicar essa punição.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que significa que os números podem variar.
O ex-presidente virou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) no final de março. Por unanimidade, a 1ª Turma da Corte decidiu abrir ação penal contra Bolsonaro, acusado de liderar articulações golpistas após a derrota nas eleições de 2022.
O processo se baseia em provas reunidas pela Polícia Federal, incluindo a reunião ministerial em que ele questiona a legalidade das urnas eletrônicas e propõe medidas para reverter o resultado das eleições.
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"Nós tivemos 3,5% de aumento em 2024, 3,5% de aumento em 2025 e 3% em 2026, somando-se a isso a extinção das faixas salariais não somam sequer 16%", disse o deputado.
Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, assumiu interinamente o governo.
Alinhado à ordem executiva da Casa Branca, Comitê Olímpico restringe categoria feminina a mulheres biológicas e adota critério do gene SRY.
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