Donald Trump e Jair Bolsonaro em 2019. Foto: Alan Santos / PR
Mais da metade dos brasileiros consideram errado o pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para encerrar a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) quando anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.
Os dados foram levantados pelo Instituto Datafolha e divulgados nesta quinta-feira, 31. Para 57% dos entrevistados, a "chantagem", termo que a oposição tem usado para se referir ao caso, é errada. Já 36%, entretanto, acreditam que o americano está certo. Outros 7% dos entrevistados não responderam.
A pesquisa ouviu os brasileiros nos dias 29 e 30, dia da oficialização do tarifaço, com recuo de Trump em quase 700 produtos.
Na carta enviada para Lula anunciando as tarifas, dia 9 de julho, Trump justificou o nível da taxa, maior entre os países sancionados, como resposta ao tratamento dado pelo Brasil a Bolsonaro.
"Eu conheci e lidei com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o respeitei muito, assim como a maioria dos outros líderes de países. A maneira como o Brasil tratou o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma caça às bruxas que deve terminar IMEDIATAMENTE!", escreveu Trump na ocasião.
Outra pergunta feita pelo levantamento mostra um País dividido. Quando questionados se acham que Bolsonaro está sendo perseguido e injustiçado, como afirma Trump, que disse que o ex-presidente sofre um "caça às bruxas", 50% negam, enquanto 45% acreditam que sim. São 5% os que dizem não saber.
Na quarta-feira, 30 de julho, mesmo dia da oficialização das tarifas, o governo americano também puniu o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com a Lei Magnitsky.
Estadão Conteúdo
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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