De acordo com o Ministério da Saúde, o Candida auris foi identificado pela primeira vez como causador de doença em humanos em 2009 no Japão.
25 de maio de 2023 às 14:07
O terceiro caso de infecção pelo superfungo Candida auris foi confirmado pela Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco. O paciente é um homem de 66 anos e está internado em um hospital particular de Recife. Segundo a Secretaria, outros dois homens já haviam sido diagnosticados com o fungo neste mês e estão internados em hospitais da rede pública. Leia também: >>>Secretaria de Saúde confirma dois casos do superfungo Candida auris em Pernambuco Um deles tem 48 anos e está internado no Hospital Miguel Arraes em Paulista. Após o diagnóstico, no dia 11 de maio, a unidade de saúde suspendeu o atendimento do público em geral e só atendeu casos de urgência e emergência. O segundo paciente tem 77 anos está no Hospital do Tricentenário que fica em Olinda e suspendeu o atendimento apenas no setor onde o paciente está. A Secretaria investiga se as três pessoas foram infectadas nas unidades hospitalares ou em outro ambiente. E está testando as pessoas que tiveram contato com os pacientes para saber se foram infectadas. A situação preocupa as autoridades sanitárias porque estudo da Fiocruz afirma que Pernambuco possui o maior surto desse superfungo registrado no Brasil. Foram 48 casos da doença identificados entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022 em Recife. De acordo com o Ministério da Saúde, o Candida auris foi identificado pela primeira vez como causador de doença em humanos em 2009 no Japão. Desde então, ele vem se espalhando pelo mundo e passou a ser identificado como superfungo por ser resistente a praticamente todos os medicamentos produzidos. De fácil contágio, ele pode ser transmitido por materiais hospitalares como medidores de pressão, macas, termômetros e estetoscópios. Além disso, é de difícil diagnóstico e tem alta taxa de letalidade, onde de 30 a 60% dos contaminados morrem. Agência Brasil
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Camilo Santana, Rui Costa, Guilherme Boulos, Rafael Fonteles e João Campos também foram citados pelo presidente.
A casa foi declarada pelo valor de R$ 6,2 milhões. O senador informou possuir recursos aplicados em investimentos, dinheiro em contas bancárias, um veículo e participações em empresas.
Nova etapa investiga suspeitas de fraudes em licenças ambientais, lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados ao setor de combustíveis.
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