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PEC Semipresidencialismo: veja quais deputados federais de Pernambuco assinaram proposta

O projeto obteve o quórum de assinaturas necessário para começar a tramitar na Câmara.

Gabriel Alves

07 de fevereiro de 2025 às 11:27   - Atualizado às 11:35

Lula na Câmara dos Deputados.

Lula na Câmara dos Deputados. Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui o semipresidencialismo no Brasil, obteve o quórum de assinaturas necessário para começar a tramitar na Câmara.

Com 179 alcançadas na manhã da quinta-feira, 6 de fevereiro, veja quais deputados federais de Pernambuco assinaram o projeto:

  • Augusto Coutinho (Republicanos);
  • Eduardo da Fonte (PP);
  • Fernando Filho (União Brasil);
  • Fernando Monteiro (PP);
  • Fernando Rodolfo (PL);
  • Guilherme Uchôa (PSB);
  • Lula da Fonte (PP);
  • Mendonça Filho (União Brasil);
  • Ossesio Silva (Republicanos);
  • Pastor Eurico (PL).

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PEC do Semipresidencialismo

A proposta é de autoria do deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR).

O texto ultrapassou a exigência de 171 signatários para começar a tramitar, mas o autor afirma que só protocolará a proposta com ao menos 300 assinaturas, de forma a demonstrar apoio ao tema.

Semipresidencialismo

O semipresidencialismo é um modelo alternativo ao presidencialismo que vigora no País. Os exemplos mais famosos de países semipresidencialistas são Portugal e França.

Se aprovado, um presidente da República eleito pelo voto direto dividiria poderes com um primeiro-ministro.

O modelo proposto por Hauly dá ao presidente a prerrogativa de nomear o primeiro-ministro, mas, por outro lado, empodera a Câmara, dando aos parlamentares mais atribuições para definir o plano de governo e o Orçamento.

O presidente mantém as prerrogativas de nomear ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de tribunais superiores, além de chefes de missão diplomática, presidente e diretores do Banco Central (BC), o procurador-geral da República e o advogado-geral da União.

Enquanto República, o Brasil já adotou o modelo parlamentarista entre setembro de 1961 a janeiro de 1963.

O sistema, adotado como resolução da crise provocada pela renúncia à Presidência de Jânio Quadros, foi descontinuado após um referendo com ampla rejeição ao modelo. Um novo referendo sobre o modelo de governo foi realizado em 1993, no qual o parlamentarismo voltou a ser rejeitado.

O deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Casa, é um dos signatários da proposta. O partido de Motta conta com o maior número de adeptos à medida, somando 35 assinaturas, seguido pelo PL, com 33 apoios, e pelo União Brasil, com 28.

O PT está ausente da lista de signatários, mas há adesões do "núcleo duro" da base de sustentação ao governo, como sete assinaturas do PDT e duas do PSB, sigla do ex-presidente Geraldo Alckmin. Além disso, PCdoB e PV, legendas federadas ao PT, registram um apoio cada.

Estadão Conteúdo

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