Alexandre de Moraes, ministro do STF Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Desde que assumiu o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, viram o valor de seus imóveis crescer de forma significativa.
O levantamento feito pelo do Estadão baseado em registros de cartório aponta que, atualmente, o casal possui um patrimônio imobiliário de R$ 31,5 milhões, um aumento de 266% em relação ao total declarado na época da nomeação de Moraes para a Corte.
Nos últimos três anos, o casal investiu R$ 23,4 milhões na aquisição de novos imóveis, valor que corresponde a mais de dois terços do total aplicado ao longo de quase três décadas.
As aquisições incluem casas, apartamentos, terrenos e salas comerciais em São Paulo, Brasília e Minas Gerais, todas pagas à vista. Parte dos imóveis adquiridos anteriormente foi vendida, o que explica a diferença entre o valor gasto historicamente e o patrimônio atual.
Embora Moraes não seja formalmente sócio da empresa que administra parte dos bens, a Lex Instituto de Estudos Jurídicos, ele participa indiretamente, já que o casamento com Viviane é sob o regime de comunhão parcial de bens.
A advogada, que mantém sociedade com os filhos no escritório Barci de Moraes Advogados, também ampliou sua presença no Judiciário: desde que o marido passou a integrar o STF, o número de processos em seu nome subiu de 27 para 152, abrangendo tribunais superiores como o STF e o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo divulgado pelo Estadão, a reportagem procurou o casal por meio de suas assessorias desde 27 de março, mas não obteve respostas.
A família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes comprou uma mansão de 725 m² no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. O imóvel foi adquirido por R$ 12 milhões e pago à vista, as informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, que teve acesso a documentos públicos de cartórios.
Segundo a reportagem, a compra foi feita pela família Moraes por meio do “Lex – Instituto de Estudos Jurídicos LTDA.”. Trata-se de uma empresa da qual a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado, é sócia, juntamente aos três filhos do casal. O instituto possui outros imóveis da família.
Matéria também revelou que a escritura de compra e venda da mansão foi assinada por Viviane em um cartório de Brasília há menos de 15 dias.
Segundo o documento, o imóvel foi pago à vista, sem financiamento, com R$ 6 milhões “a título de sinal”, por meio de transferências bancárias para a proprietária da casa e para os corretores de imóveis envolvidos na transação e os outros R$ 6 milhões na data da assinatura da escritura, também por meio de transferência bancária, diretamente para a dona do imóvel.
A mansão foi adquirida pela família Moraes da “Construtora Modelo LTDA.”, cujos sócios são Tiago Figueiredo de Araújo (sócio-administrador), Mariluce Freire e Paulo Fontenele e Silva. Além do valor da casa, a família Moraes desembolsou R$ 240 mil de ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis).
Como ministro do STF, Moraes recebe salário bruto mensal de R$ 46,3 mil. Já Viviane é sócia de um escritório de advocacia. Antes de comprar a mansão, o casal morava, em Brasília, em um apartamento funcional do STF na Asa Sul. Eles também têm um apartamento no Jardim Europa, bairro nobre de São Paulo.
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