Padre Kelmon celebra missa em frente ao Hospital DF Star. Foto: Reprodução
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizaram, na noite da quarta-feira, 23 de abril, uma missa em frente ao Hospital DF Star, em Brasília, onde o político está internado após passar por uma cirurgia de desobstrução intestinal.
A celebração foi conduzida pelo Padre Kelmon, que disputou a presidência da República em 2022. O religioso iniciou o ato pedindo por misericórdia. Além da pregação, houve cânticos que foram intercalados, ritmados por um violão acústico. O cantor pediu que os presentes não elevassem o tom por estarem em frente a um hospital.
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Bolsonaro segue internado no DF Star, com boa evolução clínica, segundo boletim médico divulgado na terça-feira (22). “Já apresenta sinais efetivos de movimentação intestinal, continua em jejum oral e com nutrição parenteral exclusiva”.
O ex-presidente está internado no hospital desde o dia 13 de abril, quando passou por uma duração de 12 horas para liberar aderências intestinais e construir a parede abdominal.
O procedimento foi necessário para tratar uma “suboclusão intestinal”, condição causada por aderências formadas após múltiplas cirurgias decorrentes da facada que sofreu em 2018.
Segundo o próprio Bolsonaro, a fisioterapia motora e as medidas de reabilitação vêm sendo intensificadas para "reavivamento" dos órgãos envolvidos na recuperação muscular. "Os médicos persistem para que não recebamos visitas, evitando que a fala contínua possa trazer dilatações abdominais e retardem o processo de recuperação”, escreveu.
Mesmo na UTI, o ex-presidente afirmou, durante entrevista ao SBT Brasil, na segunda-feira, 21 de abril, que "a população não quer outro nome da direita que não seja Jair Messias Bolsonaro e ponto final". Ele reforçou ainda que as eleições de 2026 sem a sua presença são uma "negação à democracia".
Jair Bolsonaro salientou que há bons quadros no campo político da direita brasileira, mas que nenhum deles teria o mesmo apelo popular que o próprio. Ele avalia que, "quer queira, quer não”, é o maior líder da direita na América do Sul.
“Do nosso lado, tem bons nomes por aí, mas cada um dentro do seu partido tem que cavar seu espaço. Tem que começar a rodar o Brasil e fazer o seu trabalho para ganhar simpatia e confiança da população. A população não quer outro nome da direita que não seja Jair Messias Bolsonaro e ponto final”, disse.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Bolsonaro inelegível até 2030 por abuso de poder político. Mesmo assim, a estratégia do ex-presidente é registrar a sua candidatura no último momento possível para que, assim, o TSE tenha pouco tempo para decidir.
"O quadro que está no momento é eu registro a minha candidatura no último momento. O TSE tem poucas semanas para decidir. Eu acredito que até lá, eu esteja movimentando multidões pelo Brasil. A esquerda não vai ter um nome para se apresentar como razoável candidato. Se for o Lula, pior ainda. Não tem liderança formada pela esquerda no Brasil", pontuou.
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