Bolsonaro com a faixa de presidente. Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou durante entrevista ao SBT Brasil, na segunda-feira, 21 de abril, que "a população não quer outro nome da direita que não seja Jair Messias Bolsonaro e ponto final". Ele reforçou ainda que as eleições de 2026 sem a sua presença são uma "negação à democracia".
A participação do ex-presidente aconteceu diretamente do leito de UTI do hospital DF Star, em Brasília, onde se recupera de uma cirurgia no estômago desde o dia 13 de abril.
Jair Bolsonaro salientou que há bons quadros no campo político da direita brasileira, mas que nenhum deles teria o mesmo apelo popular que o próprio. Ele avalia que, "quer queira, quer não”, é o maior líder da direita na América do Sul.
“Do nosso lado, tem bons nomes por aí, mas cada um dentro do seu partido tem que cavar seu espaço. Tem que começar a rodar o Brasil e fazer o seu trabalho para ganhar simpatia e confiança da população. A população não quer outro nome da direita que não seja Jair Messias Bolsonaro e ponto final”, disse.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Bolsonaro inelegível até 2030 por abuso de poder político. Mesmo assim, a estratégia do ex-presidente é registrar a sua candidatura no último momento possível para que, assim, o TSE tenha pouco tempo para decidir.
"O quadro que está no momento é eu registro a minha candidatura no último momento. O TSE tem poucas semanas para decidir. Eu acredito que até lá, eu esteja movimentando multidões pelo Brasil. A esquerda não vai ter um nome para se apresentar como razoável candidato. Se for o Lula, pior ainda. Não tem liderança formada pela esquerda no Brasil", pontuou.
2
4
19:25, 16 Set
26
°c
Fonte: OpenWeather
Candidata ao Senado participou de sabatina em Caruaru e defendeu investimentos em infraestrutura, tributação e geração de empregos.
Além da reparação por danos morais, a decisão também manteve o pagamento de aproximadamente R$ 700 referentes aos danos materiais sofridos.
O presidente também declarou que se recusa a falar de política em igrejas e que o tema deve ser tratado apenas nas ruas em comícios.
mais notícias
+