Otoni de Paula e Silas Malafaia. Foto: Reprodução
O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) comentou a inclusão do pastor Silas Malafaia em inquérito da Polícia Federal em entrevista ao Fuxico Gospel.
O parlamentar fez duras declarações contra o líder evangélico, afirmando que “o sonho de Malafaia é ser preso” e ressaltando que isso não deve ser interpretado como perseguição religiosa.
“Não vou atrapalhar o sonho do pastor Silas, não. O sonho dele é ser preso. Então, se esse é o sonho dele, se ele entende que isso pode acontecer e que ele vai pagar esse preço, problema é dele”, afirmou Otoni de Paula.
Na entrevista, o parlamentar destacou que é um erro associar o caso a uma suposta perseguição contra igrejas.
“Tire a igreja dessa confusão. Para de tentar dizer que nós estamos tendo perseguição religiosa, porque o pastor Silas, a quem eu respeito, está no inquérito da Polícia Federal. Ele está no inquérito e está pagando preço por esse momento que nós estamos enfrentando no Brasil”, declarou.
Otoni também utilizou um paralelo bíblico para expressar sua visão sobre a prudência necessária diante da crise.
“Jesus saiu de um ambiente porque sabia que estavam indo lá para prendê-lo. Eu te pergunto, ele foi covarde? Não. Ele só entendeu que o diabo queria antecipar o que Deus já tinha data certa para fazer”.
Durante a entrevista, o deputado diferenciou prisão por motivos políticos de prisão por causa do evangelho.
“Se eu pudesse falar pro pastor Silas, eu ia dizer que não há recompensa nenhuma em ser preso político, mas haveria se ele fosse um preso por pregar a palavra de Deus. Aí sim haveria se ele fosse preso por amor ao evangelho. Mas ele vai ser preso por amor a Bolsonaro. E isso não glorifica Jesus”, disse.
1
4
16:26, 03 Out
29
°c
Fonte: OpenWeather
Possíveis irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, ferramenta disponibilizada pela Justiça Eleitoral.
A votação deste domingo ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Quem estiver na fila da seção no horário de encerramento poderá exercer o direito ao voto.
A definição das urnas ocorreu em audiência pública e faz parte dos procedimentos de auditoria do sistema eletrônico de votação.
mais notícias
+