Pernambuco, 06 de Março de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Operação mira policiais suspeitos de cobrar propina de influenciadores que anunciam rifas ilegais

Segundo o MP, muitos influenciadores e artistas aceitaram pagar os valores solicitados para evitar que suas contas nas redes sociais fossem bloqueadas por determinação judicial.

Gabriel Alves

13 de dezembro de 2024 às 15:59   - Atualizado às 16:39

Material apreendido durante Operação.

Material apreendido durante Operação. Foto: PF/Divulgação

O Ministério Público e a Polícia Federal realizaram, na quinta-feira, 12 de dezembro, uma operação contra policiais civis de São Paulo acusados de extorquir influenciadores e artistas que promovem rifas ilegais nas redes sociais.

Denominada Operação Latus Actio, essa é a segunda fase da investigação, que começou em 12 de março deste ano. O objetivo é combater crimes de corrupção ativa e passiva, além da exploração de jogos de azar.

As apurações indicam que os policiais civis exigiam propinas de empresários, cantores de funk e outros produtores de conteúdo para evitar que fossem investigados. Essas rifas, divulgadas principalmente no Instagram, são consideradas ilegais pelo Ministério da Fazenda. No Brasil, apenas sorteios promovidos por entidades beneficentes estão autorizados.

De acordo com o Ministério Público, muitos influenciadores e artistas aceitaram pagar os valores solicitados para evitar que suas contas nas redes sociais fossem bloqueadas por determinação judicial.

Nesta etapa da operação, foram expedidos um mandado de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, cumpridos nas cidades de São Paulo, Mauá, São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes e São José dos Campos.

Veja Também

PF mira prefeito, ex-gestor municipal e atual secretário por compra de votos e lavagem de dinheiro

Policiais federais desencadeou nesta sexta-feira, 13 de dezembro, uma operação para apurar esquema de compra de votos e lavagem de dinheiro na Baixada Fluminense. Entre os investigados estariam o prefeito de Duque de Caxias, Wilson Reis, e o ex-prefeito do município e atual secretário estadual de Transporte, Washington Reis.

As investigações começaram em outubro quando um homem foi preso em flagrante em Caxias, com R$ 1,9 milhão em espécie, sob suspeita de compra de votos. A partir daí, a Polícia Federal (PF) chegou a uma organização criminosa atuante na Baixada Fluminense a vários anos, que incluiria políticos e empresários de Duque de Caxias e de São João de Meriti.

De acordo com a PF, o grupo teria movimentado milhões de reais para financiar, de forma ilegal, campanhas de candidatos a cargos públicos. Empresas contratadas pelo poder público seriam utilizadas, segundo a investigação, para favorecer os políticos em suas campanhas.

Os crimes investigados incluem organização criminosa, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.

Por meio de nota, a prefeitura de Duque de Caxias informou que o prefeito Wilson Reis “não tem nenhum envolvimento no caso citado, confia na Justiça e está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários”.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

20:42, 06 Mar

Imagem Clima

28

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

TABATA AMARAL registra notícia-crime na Justiça por DEEPFAKE ELEITORAL com poses sensuais
Polêmica

Vídeo: "Conservadorismo é discurso para esconder safadeza", diz Tabata Amaral

Segundo a parlamentar, parte da oposição utiliza a retórica conservadora para proteger políticos corruptos e interesses próprios.

Clarissa Tércio questiona casamento de João Campos e Tabata Amaral.
Declarações

Clarissa Tércio rebate declaração de Tabata Amaral e cobra respeito aos conservadores e às igrejas

Deputada federal criticou declarações de Tabata Amaral, apontando contradições políticas e reforçando identidade cristã e conservadora.

Marília Arraes.
Artigo

Marília Arraes: forte candidata nas pesquisas, mas preterida nas chapas majoritárias para 2026

A pré-candidata enfrenta resistência para compor chapas em Pernambuco devido à rejeição eleitoral e cálculos estratégicos.

mais notícias

+

Newsletter