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Nordeste tem maior taxa de desemprego do país: 8,2% no 2º trimestre de 2025

O desemprego continua sendo um dos principais desafios do mercado de trabalho brasileiro, especialmente na região Nordeste.

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16 de setembro de 2025 às 12:42   - Atualizado às 13:12

Desemprego no Nordeste

Desemprego no Nordeste Foto: Divulgação/IA

O desemprego continua sendo um dos principais desafios do mercado de trabalho brasileiro, especialmente na região Nordeste. De acordo com os dados da PNAD Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no Nordeste chegou a 8,2% no segundo trimestre de 2025 — a mais alta entre todas as grandes regiões do país.

Essa estatística indica que, entre as pessoas com idade para trabalhar (14 anos ou mais) e que integram a força de trabalho — ou seja, que estão ocupadas ou procurando emprego —, 8,2% estão desocupadas. O dado mostra uma realidade ainda difícil para muitos nordestinos que buscam colocação no mercado formal e informal de trabalho.

O que é desemprego?

De forma técnica, o desemprego — chamado pelo IBGE de desocupação — se refere às pessoas que:

  • Têm 14 anos ou mais;
  • Estão sem trabalho no período de referência da pesquisa;
  • Estavam disponíveis para trabalhar;
  • E tomaram alguma providência efetiva para conseguir emprego, como enviar currículos, procurar vagas ou participar de entrevistas.

Pessoas que não estão procurando emprego (como estudantes em tempo integral, donas de casa ou aposentados) não são consideradas desempregadas, mesmo que estejam sem ocupação.

Tabela: Taxa de Desemprego por Região do Brasil – 2º Trimestre de 2025 (Fonte: IBGE)

Região Taxa de Desemprego (%)
Nordeste 8,2%
Norte 6,5%
Sudeste 5,3%
Centro-Oeste 4,6%
Sul 3,6%

Por que o desemprego é maior no Nordeste?

Diversos fatores contribuem para a alta taxa de desemprego no Nordeste:

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  • Menor dinamismo econômico em comparação a outras regiões;
  • Alta informalidade;
  • Baixos níveis de industrialização;
  • Déficits em educação e qualificação profissional em algumas áreas.

Além disso, a dependência de programas sociais como o Bolsa Família e o BPC não está necessariamente ligada à ocupação ou desocupação formal. Beneficiários desses programas podem estar trabalhando informalmente ou, em muitos casos, sequer integrando a força de trabalho — o que também dificulta a mensuração real das oportunidades de emprego.

Contexto nacional

A taxa média nacional de desocupação ficou abaixo da registrada no Nordeste, mostrando sinais de recuperação em várias regiões. No entanto, a disparidade regional reforça a importância de políticas públicas direcionadas para o desenvolvimento econômico e social do Nordeste, promovendo oportunidades de emprego e qualificação para a população local.

Enquanto isso, os dados do IBGE seguem sendo fundamentais para que governos e sociedade civil compreendam o cenário atual e possam tomar medidas eficazes no combate ao desemprego.

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