Deputado Nikolas Ferreira e o presidente Lula Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) apresentou, na última terça-feira, 15 de julho, um pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fundamentado em ações da política externa do atual governo que, segundo ele, ferem a Constituição e a Lei do Impeachment.
Entre os pontos destacados no documento estão:
O parlamentar argumenta que tais condutas atentam contra a probidade na administração (art. 85, VI, da Constituição Federal) e violam os artigos 5º, item 6, e 9º, item 7, da Lei 1.079/1950, “por configurar comportamento incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”.
Segundo Nikolas, “o Brasil não pode ser conduzido com base em interesses ideológicos ou revanchismos pessoais. A política externa deve servir aos brasileiros, e não à conveniência de regimes autoritários ou agendas antiocidentais”.
O pedido será encaminhado à presidência da Câmara dos Deputados, que decidirá sobre sua admissibilidade.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou que Lula enfrenta "falta de credibilidade" e atribuiu parte do problema a disputas internas no governo e no próprio Partido dos Trabalhadores.
O emedebista ainda voltou a defender a mudança do sistema de governo no País para o semipresidencialismo, o que, na visão dele, acabaria com o "trauma" do impeachment.
"Eu acho que o que está acontecendo com o atual governo é essa falta de credibilidade. E das mais variadas razões. Até das razões internas, daquela disputa entre ministérios ou do partido do governo com o próprio governo. Isso tira a credibilidade", afirmou Temer.
O ex-presidente comparou a situação atual de Lula com seu próprio governo, que, segundo ele, tinha "unidade" e "apoio do Congresso Nacional".
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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