Nikolas Ferreira e Bolsonaro. Foto: Reprodução/Youtube
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ironizou as críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após declarações polêmicas sobre mulheres filiadas ao Partido dos Trabalhadores (PT), falando que elas são "incomíveis".
Durante o ato realizado em Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (16), o parlamentar questionou se era obrigatório considerar petistas bonitas e criticou a atuação do Ministério Público Federal (MPF), que, segundo ele, deveria se concentrar em crimes mais graves.
“Agora é obrigado achar petista bonita?”, questionou.
A manifestação reuniu apoiadores do ex-presidente para pedir anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O evento contou com a presença de políticos alinhados a Bolsonaro, incluindo governadores, senadores e deputados.
Durante seu discurso, Nikolas afirmou que o MPF deveria se preocupar com crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, em vez de discutir falas do ex-presidente.
Além da polêmica envolvendo Bolsonaro, Nikolas direcionou ataques ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar afirmou que Moraes, sem ter recebido votos da população, estaria decidindo a vida de brasileiros.
O deputado argumentou que muitas pessoas presas por envolvimento nos atos de 8 de janeiro estariam sendo vítimas de injustiça e clamou pela concessão de anistia.
"Temos pessoas presas injustamente, que estão perdendo momentos preciosos da vida", afirmou Nikolas.
Nikolas concluiu sua fala com um apelo à militância. O parlamentar disse que o Brasil pertence ao povo e não a ministros do STF ou à esquerda. Segundo ele, os brasileiros de verde e amarelo continuarão a lutar por liberdade e pelo que consideram ser o verdadeiro espírito da nação.
"O Brasil vai raiar novamente, a liberdade vai cantar mais uma vez", declarou, reforçando o discurso nacionalista e de resistência da direita bolsonarista.
A manifestação em Copacabana marcou mais um capítulo na mobilização dos aliados de Bolsonaro contra decisões do STF e na tentativa de pressionar por anistia aos envolvidos no 8 de janeiro. O evento reuniu milhares de apoiadores e consolidou o ato como um dos principais movimentos da oposição ao governo Lula.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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