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"Se eu tivesse morrido, não teria problema", diz mulher atingida por raio em ato de Nikolas Ferreira

Ao todo, 89 pessoas foram afetadas pela descarga elétrica, das quais 47 precisaram de atendimento médico em unidades de pronto-socorro.

Fernanda Diniz

28 de janeiro de 2026 às 15:20   - Atualizado às 15:28

Pessoas atingidas por raio em ato de Nikolas Ferreira.

Pessoas atingidas por raio em ato de Nikolas Ferreira. Foto: Reprodução

No último domingo (25), duas mulheres foram atingidas por um raio durante a chegada de apoiadores à caminhada do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) na praça do Cruzeiro, em Brasília. O incidente ocorreu por volta das 10h30, sob forte chuva.

Ao todo, 89 pessoas foram afetadas pela descarga elétrica, das quais 47 precisaram de atendimento médico em unidades de pronto-socorro.

Vítimas e atendimento hospitalar

As vítimas foram identificadas como Lúcia Helena Canhada Lopes, de 68 anos, e Maria Eli Silva, de 58. Ambas foram socorridas e levadas ao Hospital Regional da Asa Norte.

Maria Eli foi posteriormente transferida para a UTI do Hospital Santa Marta, em Taguatinga (DF), devido à gravidade das lesões. Lúcia recebeu atendimento e passou bem após desmaiar no local.

Maria Eli apresentou queimaduras no pescoço e parte do tórax, além de dores intensas pelo corpo. Durante o atendimento, recebeu medicação para controle da dor e segue internada.

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Viagem das vítimas

As duas amigas viajaram juntas de São Paulo para Brasília. Maria Eli partiu de Jacareí (SP) na quinta-feira (22) e seguiu para Olímpia, onde se encontrou com Lúcia.

No mesmo dia, partiram de carro em direção à capital federal, fazendo uma parada para descanso em Cristalina (GO) antes de chegar a Brasília no sábado.

No veículo, levavam uma bandeira do Brasil com referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro e registravam o trajeto em redes sociais.

Momento do acidente

Segundo relatos, Lúcia escutou um estrondo causado pelo raio e desmaiou ao perceber o impacto. Quando recuperou a consciência, observou que a amiga estava sendo levada para uma tenda instalada no local para atendimento inicial.

Maria Eli apresentava quadro mais grave, com queimaduras e sensação de queimação no corpo. Ambas foram transportadas por ambulância para o hospital.

Maria Eli permanece na UTI do Hospital Santa Marta, onde recebeu medicação para controle da dor e apresenta sinais de melhora clínica. Lúcia recebeu atendimento e não apresenta complicações graves após o incidente.

O episódio reforçou a necessidade de atenção em eventos ao ar livre durante condições climáticas adversas, especialmente com grande público presente.

Contexto das vítimas

Lúcia e Maria Eli têm amizade de aproximadamente 40 anos e costumam viajar juntas pelo país. Antes do acidente, haviam planejado acompanhar a caminhada política do deputado, motivadas por interesse em participar do evento.

O registro do incidente inclui informações sobre a logística da viagem, trajeto, paradas para descanso e chegada ao local do evento. Ambas estavam conscientes do contexto do evento e do risco de participar de uma atividade ao ar livre sob chuva intensa.

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