Operação investiva desvios de dinheiro público Foto: Divulgação
Na manhã desta quarta-feira, 5 de fevereiro, em ação integrada com as Polícias Civil e Militar, a Promotoria de Justiça de São José da Coroa Grande e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Pernambuco (Gaeco/MPPE) deflagraram a operação Lupa Capitolina.
O trabalho de campo envolveu oito Promotores de Justiça, 17 servidores do MPPE, 20 policiais civis e 12 policiais militares.
O Gaeco e as Polícias cumpriram oito mandados de busca e apreensão nas cidades de São José da Coroa Grande e Barreiros.
As diligências resultaram na apreensão de dispositivos eletrônicos, documentos, dentre outros itens de interesse das investigações.
Durante a investigação, o Ministério Público constatou fortes indícios de conluio entre empresas controladas por um grupo econômico para frustrar o caráter competitivo das licitações e desviar recursos públicos do município de São José da Coroa Grande.
O prejuízo causado ao erário é estimado até o momento em R$ 2.451.464,35 (Dois milhões, quatrocentos e cinquenta e um mil, quatrocentos e sessenta e quatro reais e trinta e cinco centavos). Os crimes investigados ocorreram entre os anos de 2018 e 2022.
Segundo o Coordenador do Gaeco/MPPE, Promotor de Justiça Roberto Brayner, o esquema envolve a participação de empresas de fachada, laranjas e possivelmente servidores públicos.
"As empresas investigadas foram beneficiadas em diversos contratos com o município, principalmente na área de serviços de manutenção e de iluminação pública”, detalhou.
O objetivo das diligências é reunir provas para comprovar a autoria, materialidade e extensão dos ilícitos praticados.
O Ministério Público de Pernambuco reforça o seu compromisso com o combate à corrupção e à criminalidade organizada em Pernambuco, em defesa da cidadania, do patrimônio público e da sociedade.
4
09:08, 07 Mar
26
°c
Fonte: OpenWeather
A medida visa prevenir irregularidades e assegurar o cumprimento de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
O MPPE destaca que a atuação policial deve priorizar a preservação da ordem pública sem violar direitos fundamentais, como a liberdade de expressão.
Quando um homem agride, ameaça ou mata uma mulher, ele não age por ignorância, mas por convicção de que poderá recuperar sua liberdade em pouco tempo.
mais notícias
+