Alexandre de Moraes. Foto: Divulgação
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes prorrogou por mais 180 dias o inquérito das fake news, investigação aberta pela Corte em 2019 para apurar a divulgação de desinformação, ameaças e denunciações caluniosas contra os ministros do tribunal.
De acordo com a assessoria de imprensa da Corte, a decisão proferida nesta segunda-feira, 16 de dezembro, pelo ministro, que é relator do inquérito, a prorrogação é necessária para finalizar as investigações e identificar todos os envolvidos no chamado "gabinete do ódio", grupo formado durante o governo de Jair Bolsonaro para atacar nas redes sociais pessoas que se manifestavam contra os atos do ex-presidente.
“Com a finalidade de finalizar as investigações sobre a comprovação da existência, o financiamento e modus operandi do 'gabinete do ódio', bem como de todos os seus participantes, o Inquérito 4781 foi prorrogado pelo ministro Alexandre de Moraes por 180 dias, com a determinação de oitiva de mais 20 pessoas, a complementação da análise das informações obtidas mediante a quebra de sigilo fiscal e bancário e o término das diversas diligências em andamento na Polícia Federal", diz nota da Corte.
A prisão do general da reserva Walter Braga Netto, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ganhou novos desdobramentos após revelações feitas no segundo depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo a decisão judicial, surgiram “novos fatos” relacionados ao financiamento de ações golpistas que implicam diretamente o ex-ministro da Defesa.
De acordo com o relato de Moraes, Braga Netto teria entregado dinheiro em espécie, escondido em uma sacola de vinho, ao major Rafael Martins de Oliveira, integrante das Forças Especiais do Exército.
O recurso seria utilizado para financiar despesas ligadas à tentativa de golpe de Estado, incluindo o pagamento de R$ 100 mil para viabilizar a ida de manifestantes a Brasília, no episódio de 8 de janeiro de 2023.
O major Rafael de Oliveira, que já está preso, é acusado de ter negociado diretamente com Mauro Cid o repasse dos valores. Além disso, a investigação revela que parte do dinheiro teria sido usada para a compra de um celular pago em espécie.
O dispositivo foi adquirido para ser utilizado em ações clandestinas realizadas em dezembro de 2022, ampliando os indícios de coordenação estratégica entre os envolvidos.
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Informações apontam que o prefeito do Recife escolheu formar palanque ao lado de Marília Arraes e do senador Humberto Costa, que disputarão as duas cadeiras do Senado no estado.
O evento patra o anúncio oficial do grupo estava marcado para as 17h, no Hotel Luzeiros, na Zona Sul do Recife.
O projeto prevê que o prazo se aplique tanto ao Sistema Único de Saúde (SUS) quanto a planos de saúde privados.
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