Informações apontam que o prefeito do Recife escolheu formar palanque ao lado de Marília Arraes e do senador Humberto Costa, que disputarão as duas cadeiras do Senado no estado.
João Campos, prefeito do Recife. Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura.
A Frente Popular de Pernambuco lança, nesta sexta-feira, 20 de março, às 12h, a pré-candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo de Pernambuco nas Eleições 2026.
O evento, que ocorrerá no Hotel Luzeiros, no bairro do Pina, na Zona Sul da capital, vai reunir dirigentes e lideranças de diversos partidos que compõem o arco de alianças.
O encontro estava marcado para esta quinta (19), mas foi cancelado devido a movimentações do PT estadual, que afirma não ter sido informado previamente sobre o anúncio.
Informações indicam que o senador Humberto Costa também não teria sido comunicado oficialmente. O parlamentar cumpre agenda no interior de Pernambuco e deve ser representado por lideranças do partido.
A senadora Teresa Leitão e o presidente estadual do partido, Carlos Veras, também teriam tomado conhecimento da notícia apenas pela imprensa.
Segundo informações do Blog do Elielson, João Campos escolheu formar palanque ao lado da ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) e do senador Humberto Costa (PT), que disputarão as duas cadeiras do Senado por Pernambuco.
Para a vaga de vice, o pré-candidato optou por Carlos Costa, irmão do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que desistiu de disputar a Casa Alta para tentar a reeleição na Câmara dos Deputados.
A recente visita do presidente nacional do Carlos Lupi ao Recife, em 12 de março, reforçou movimentações políticas que indicavam uma possível aproximação entre Marília Arraes e a governadora Raquel Lyra (PSD), após um período de distanciamento desde as eleições de 2022.
Nos bastidores, especulava-se que Marília poderia ingressar no PDT e integrar negociações que envolviam apoio a uma eventual reeleição de Raquel Lyra, enquanto ela mesma disputaria uma vaga no Senado.
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A iniciativa do presidente do STF ocorre depois de o CNJ ter aprovado, no fim de maio, a criação de um contracheque único para os magistrados.
O parlamentar assumiu a culpa pelos crimes de incitar animosidade das Forças Armadas contra os poderes instituídos, atacar a higidez do sistema eleitoral e associação criminosa.
''Estaremos firmes, levando o nome de Raquel e de Eduardo da Fonte no Agreste Meridional'', disse o deputado Izaías
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