Alexandre de Moraes e envolvidos no 8 de janeiro. Fotos: Fellipe Sampaio/STF e Marcelo Camargo/Agência Brasil. Arte: Portal de Prefeitura
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou a soltura de mais 11 presos detidos pelos atos de 8 de janeiro. A decisão ocorre após a liberação de Débora Rodrigues dos Santos, que pichou a estátua da Justiça e recebeu autorização para cumprir prisão domiciliar após forte pressão popular. Até então, apenas uma pessoa havia sido solta este ano.
As liberações foram concedidas entre a última sexta-feira, 28 de março e terça-feira, 1º de abril. Entre os beneficiados está o empresário Leonardo Henrique Maia Gontijo, de 34 anos, condenado a um ano de prisão, pena que pode ser convertida em medidas alternativas. No entanto, ele foi preso por descumprir a determinação de não sair da comarca, mudando-se de Belo Horizonte para Viçosa, segundo informações da Folha de S.Paulo.
Após três meses foragido, ele foi localizado e detido. Posteriormente, recebeu condenação por associação criminosa e incitação ao crime. Sua pena foi substituída por serviços comunitários e um curso do Ministério Público Federal sobre democracia.
Outro beneficiado foi o professor de artes marciais Isaias Ribeiro Serra Júnior, de 24 anos. Condenado a um ano de prisão, ele teve a pena convertida em outras medidas, mas voltou à cadeia em junho do ano passado após deixar a bateria da tornozeleira eletrônica acabar 17 vezes.
Reginaldo Silveira, de 60 anos, também foi preso por associação criminosa e incitação ao crime ao acampar em frente ao quartel-general do Exército. Ele ficou detido entre 19 de janeiro e 10 de março de 2023, mas retornou à prisão em julho de 2024 após 73 ocorrências relacionadas à tornozeleira eletrônica. Sua soltura ocorreu nesta segunda-feira (1º), e agora ele aguarda julgamento.
O adestrador de cães Kenedy Martins Colvello, de 29 anos, condenado à mesma pena, também teve sua prisão convertida em medidas alternativas na última sexta-feira (28). Ele estava preso desde janeiro por ter ficado seis dias consecutivos fora de casa, mas seus advogados alegaram que a ausência foi motivada por compromissos de trabalho.
Já o professor aposentado Jaime Junkes, de 68 anos, recebeu autorização para prisão domiciliar. Condenado a 14 anos de detenção, ele enfrenta um câncer de próstata e problemas cardíacos, o que justificou a mudança no regime de cumprimento da pena.
Da redação do Portal com informações da Folha de S.Paulo.
1
4
14:08, 25 Out
30
°c
Fonte: OpenWeather
Candidato do PT chegou ao local de votação acompanhado da primeira-dama Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e dos ex-ministros Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.
Candidato do PL chegou para votar ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, na Escola Municipal Barão Homem de Melo, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.
A eleição de 2026 foi marcada por uma série de medidas judiciais contra informações falsas, especialmente publicações nas redes sociais.
mais notícias
+