Lula e Milei. Foto: Divulgação
Em 2024, o real brasileiro foi a moeda com maior desvalorização entre as principais economias emergentes. Segundo uma análise da consultoria GMA Capital, publicada pelo Financial Times, o real registrou uma perda de mais de 10% de seu valor frente ao dólar, enquanto outras moedas, como o peso argentino e a lira turca, apresentaram valorização significativa no mesmo período.
O peso argentino foi a grande surpresa do ano, se destacando como a moeda mais forte em termos reais, com uma valorização de 44,2% ajustada pela inflação. Isso ocorreu em um contexto de inflação na casa dos três dígitos na Argentina, sob a gestão de Javier Milei. A valorização do peso superou até mesmo a lira turca, que, apesar de um histórico de instabilidade, obteve um avanço de 21,2% em 2024.
Em contrapartida, o real brasileiro enfrentou dificuldades em manter sua competitividade no mercado internacional. O cenário interno, marcado por pressões fiscais, incertezas políticas e uma economia ainda em recuperação após o impacto da pandemia, contribuiu para o enfraquecimento da moeda.
Sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo enfrentou críticas sobre a condução da política econômica, especialmente no que diz respeito ao controle das contas públicas e à percepção de risco por parte de investidores estrangeiros.
A desvalorização do real tem impacto direto na vida dos brasileiros, elevando os custos de produtos importados e contribuindo para o aumento da inflação. Por outro lado, setores como o agronegócio e a indústria exportadora se beneficiam de uma moeda mais fraca, que torna seus produtos mais competitivos no mercado internacional.
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Na audiência, o magistrado também determinou que o governo americano entregue documentos que possam identificar quem criou o registro considerado falso.
Na última pesquisa, divulgada em 24 de julho, 48% rejeitavam Flávio Bolsonaro, enquanto a rejeição a Lula era de 46%. O levantaouviu 2.058 entrevistados, com 16 anos ou mais, de 18 a 20 de agosto.
Em abril, João Campos tinha 50% das intenções de voto, contra 38% de Raquel Lyra. Agora, quatro meses depois, o ex-prefeito aparece com 40%, enquanto a governadora chegou a 47%.
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