08 de fevereiro de 2024 às 12:25
Um relatório da Polícia Federal encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) expõe que a suposta tentativa de golpe de Estado, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, tinha também como objetivo prender os ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também seria detido.
Os assessores Filipe Martins e Amauri Feres Saad foram apontados como os entregadores da minuta.
De acordo com o relatório, a minuta propunha a execução de um golpe de Estado, alegando interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo.
Além da prisão dos ministros do STF e do presidente do Senado, a proposta também incluía a determinação de novas eleições.
O relatório descreve que o pedido de prisão foi discutido em reuniões convocadas por Bolsonaro e membros de seu governo, incluindo militares da ativa.
A Polícia Federal afirma que diversas autoridades foram monitoradas para assegurar o cumprimento das ordens de prisão.
A investigação destaca a existência de um núcleo de inteligência formado por assessores próximos a Bolsonaro, responsáveis por monitorar a agenda, deslocamento e localização de diversas autoridades, incluindo o ministro Alexandre de Moraes.
Marcelo Câmara, então assessor especial da Presidência da República, era um dos responsáveis pelo monitoramento, referindo-se a Moraes como "professora" em suas conversas.
Segundo a PF, as ações do grupo intensificaram-se após o segundo turno das eleições presidenciais, que resultou na vitória de Lula.
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A publicação foi feita após a participação do senador no Conservative Political Action Conference (CPAC), nos Estados Unidos.
A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
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