O chefe da pasta de Portos e Aeroportos classificou o terceiro mandato do ditador como um ataque direto aos valores democráticos e ressaltou a importância do respeito à liberdade para o futuro da Venezuela.
Nicolás Maduro e Silvio Costa Filho Fotos: Divulgação e Portal de Prefeitura
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, criticou a posse de Nicolás Maduro em uma publicação feita na rede social X (antigo Twitter) nesta sexta-feira, 10 de janeiro.
O ministro classificou o terceiro mandato de Maduro como um ataque direto aos valores democráticos e ressaltou a importância do respeito à liberdade para o futuro da Venezuela.
Ele apontou que a posse de Maduro, realizada sob forte contestação internacional, simboliza uma ruptura com os princípios democráticos fundamentais.
Também destacou o desejo de ver a Venezuela prosperar sob um governo que respeite o estado democrático de direito.
"A posse de Maduro, sem legitimidade internacional e marcada pela força, é um ataque aos princípios democráticos. O povo venezuelano merece liberdade e um futuro de paz e prosperidade. Isso só é possível com o respeito ao estado democrático."
Mais cedo, o ministro dos Transportes, Renan Filho, também se manifestou contra a posse de Nicolás Maduro. Ele afirmou que o ato não possui legitimidade e que a tomada de poder pela força bruta deve ser condenada por todos os defensores da democracia.
Até o momento, os dois ministros foram os únicos a se manifestar sobre a posse do político venezuelano.
A posse de Maduro está sendo marcada por um rigoroso esquema de segurança. Um plano nacional foi ativado, mobilizando forças de segurança em toda Caracas.
O exército, a polícia, as milícias, os agentes dos serviços de inteligência e até os chamados "coletivos" foram destacados para garantir a segurança do evento
A presença maciça das forças de segurança é visível nas ruas da capital venezuelana, reforçando o controle do governo sobre o território durante a cerimônia.
A operação reflete a preocupação do regime com possíveis protestos ou manifestações contrárias à continuidade de Maduro no poder.
Estadão Conteúdo
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