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Ministro de Lula diz que 'cometeu um erro' ao votar em Bolsonaro nas Eleições 2022

André Fufuca declarou apoio à reeleição do presidente no pleito que será realizado em 2026.

Ricardo Lélis

06 de outubro de 2025 às 21:45   - Atualizado às 21:45

Lula e André Fufuca.

Lula e André Fufuca. Foto: Ricardo Stuckert/ PR

O ministro do Esporte, André Fufuca, afirmou nesta segunda-feira, 6 de outubro, que se arrepende de ter votado no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022 e declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026.

“O importante não é justificar o erro, o importante é evitar que ele se repita. Em 2022, eu cometi um erro, mas agora em 2026 pode ser que o meu corpo esteja amarrado, pode ser, mas a minha alma, o meu coração e a minha força de vontade estarão livres para brigar e ajudar Luiz Inácio Lula da Silva a ser presidente do Brasil”, disse o ministro.

A fala ocorreu durante a cerimônia de entrega de 2.837 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Imperatriz (MA), evento que contou com a presença de Lula.

O prazo para o desembarque de Fufuca do Governo Federal é previsto para esta terça-feira (7).

Cotado para disputar o Senado pelo Maranhão em 2026, com o apoio do presidente, Fufuca tem reiterado que não seguirá a cúpula do PP caso o partido decida romper com o governo petista.

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No Planalto, a expectativa é que o ministro,  permaneça ou não na Esplanada, continue atuando para ajudar o governo a fortalecer sua base de apoio no Congresso.

Pressão

O União Brasil e o PP, agora unidos na federação União Progressista, anunciaram, no dia 2 de setembro, o desembarque oficial do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A saída, segundo líderes, deverá ser feita imediatamente.

"Informamos a todos os detentores de mandato que devem renunciar a qualquer função que ocupem no governo federal. Em caso de descumprimento desta determinação, se dirigentes desta Federação em seus estados, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas as punições disciplinares previstas no Estatuto. Esta decisão representa um gesto de clareza e de coerência. É isso que o povo brasileiro e os eleitores exigem de seus representantes.", anunciou a federação.

O principal dilema está entre os ministros. Correligionários tanto do PP como do União dizem que eles resistem a entregar a pasta.

Neste momento, o União tem o controle de três pastas - Celso Sabino (Turismo), Frederico Siqueira (Comunicações) e Waldez Góes (Integração Regional) na Esplanada dos Ministérios e o PP tem uma - André Fufuca (Esporte).

Parlamentares do União argumentam que, na verdade, o partido encabeça apenas um ministério, com Sabino, enquanto as outras indicações teriam partido pessoalmente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

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