Lula e Flávio Bolsonaro Foto: Arte Portal de Prefeitura/Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) comentou a conversa telefônica entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos EUA, Donald Trump, ocorrida nesta segunda-feira (6). A declaração foi enviada ao colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles.
Segundo o parlamentar, o principal resultado do diálogo é que Lula não poderá mais alegar falta de abertura para conversas com os Estados Unidos.
Flávio também destacou a relevância do secretário de Estado, Marco Rubio, nas tratativas com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP).
Rubio, segundo ele, é alinhado à pauta do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente está nos EUA articulando sanções contra autoridades brasileiras que, em sua visão, perseguem a direita no país.
"O saldo da ligação entre Trump e Lula é que acabou a desculpa de que não há diálogo com o governo americano. Agora, a conversa está aberta com Marco Rubio, alguém que conhece os males que o socialismo causa numa nação. No mais, Lula continua sendo quem mais taxa o povo brasileiro! Infelizmente, nada mudou!", disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou uma videoconferência com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na manhã desta segunda-feira, 6 de outubro.
A conversa durou cerca de 30 minutos e tratou de temas econômicos, com destaque para as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. As informações são da TV Globo.
O encontro virtual começou por volta das 10h30 e ocorreu no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Lula participou ao lado de integrantes de sua equipe de governo.
Estiveram presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin, o assessor especial Celso Amorim e os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Sidônio Palmeira, responsável pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
O diálogo teve como foco principal a questão comercial entre os dois países. O governo brasileiro busca reduzir o impacto das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais, como o aço e o alumínio, medidas que preocupam o setor produtivo e afetam diretamente as exportações brasileiras.
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A norma altera o Código Penal e a Lei nº 8.176/1991 e passa a prever punições mais rigorosas para a subtração de petróleo e derivados.
A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04739/2026.
O levantamento foi realizado pelo instituto AtlasIntel entre os dias 17 e 22 de setembro e ouviu 5.015 pessoas da população adulta brasileira por meio de recrutamento digital aleatório pela internet.
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