Lula e Trump. Foto: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou uma videoconferência com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na manhã desta segunda-feira, 6 de outubro. A conversa durou cerca de 30 minutos e tratou de temas econômicos, com destaque para as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. As informações são da TV Globo.
O encontro virtual começou por volta das 10h30 e ocorreu no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Lula participou ao lado de integrantes de sua equipe de governo. Estiveram presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin, o assessor especial Celso Amorim e os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Sidônio Palmeira, responsável pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
O diálogo teve como foco principal a questão comercial entre os dois países. O governo brasileiro busca reduzir o impacto das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais, como o aço e o alumínio, medidas que preocupam o setor produtivo e afetam diretamente as exportações brasileiras.
Na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Lula e Trump se encontraram por um curto período. Os dois se cumprimentaram com abraços e trocaram poucas palavras em um momento espontâneo que durou cerca de 20 a 30 segundos. Trump disse que houve "uma ótima química" entre eles e que o brasileiro "parece um cara muito legal".
O presidente americano afirmou que, apesar da breve conversa, eles já combinaram de se reunir na próxima semana, o que sinaliza uma possível reaproximação entre os dois países. Ele ressaltou que "só faz negócio com pessoas de quem gosta" e que gostou do presidente brasileiro.
"Aquilo que parecia impossível, deixou de ser impossível e aconteceu. Eu fiquei feliz quando Trump disse que pintou uma química boa entre nós", declarou Lula durante coletiva de imprensa, em Nova York.
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As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro.
O instituto ouviu 2.002 eleitores entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes, portanto, do anúncio do senador.
Antes de anunciar sua posição, o Coronel conversou com deputados federais e estaduais do partido.
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