Guarda Civil Municipal de Camaragibe. Foto: Divulgação
O Ministério da Justiça lançou um programa histórico de capacitação de guardas municipais, com o objetivo de reformular a atuação das Guardas Civis Municipais (GCMs) em mais de 1.500 municípios brasileiros. A iniciativa, integrante do programa Município Mais Seguro, inclui cursos inéditos focados em uso diferenciado da força, patrulhamento comunitário e proteção à mulher — pilares fundamentais para uma atuação mais cidadã e eficaz.
A capacitação de guardas municipais ganha ainda mais relevância após o reconhecimento oficial do papel policial da categoria, que agora integra o Sistema Nacional de Segurança Pública. Com isso, o programa busca padronizar técnicas e procedimentos em todo o país, fortalecendo a atuação dos agentes e aproximando-os da população.
O plano prevê dez edições dos cursos até o próximo ano, sendo seis delas voltadas exclusivamente à formação de agentes para atuação nas Patrulhas Maria da Penha — uma medida importante no enfrentamento à violência doméstica. Além disso, o programa prevê treinamentos sobre uso da força de forma proporcional e abordagens comunitárias, com foco em prevenção e mediação de conflitos.
A capacitação de guardas municipais também busca reduzir as desigualdades entre corporações municipais, muitas vezes marcadas por diferenças estruturais, falta de equipamentos e carência de treinamentos. Com essa ação, o governo federal pretende garantir maior valorização profissional e padronizar práticas que contribuam para uma segurança mais eficiente e humanizada.
Apesar do avanço, ainda existem desafios a serem enfrentados, como limitações orçamentárias em muitos municípios e a necessidade de investimentos contínuos em tecnologia e valorização salarial. Ainda assim, a iniciativa representa um passo importante rumo a uma segurança pública mais moderna, integrada e conectada com as necessidades da população.
A capacitação de guardas municipais, quando bem implementada, pode transformar a realidade das cidades brasileiras e consolidar as GCMs como agentes essenciais para a paz social e a proteção cidadã.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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