08 de abril de 2019 às 11:06
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Manifestantes na Praça do Arsenal, em Recife (Foto: Renata Monteiro/ JC Imagem)[/caption]
Houve uma mobilização no Marco zero e de lá os manifestantes foram para Praça do Arsenal, onde estava montado um palco para discurso de lideranças políticas. Além do PT, estavam políticos do PSOL e do PC do B, junto a movimentos sindicais.
Militantes do PT, integrantes de manifestações carnavalescas do bloco Eu acho é pouco e da escola de samba Gigante do Samba, atual campeã do carnaval recifense se reuniram neste domingo (7) para protestar contra a prisão do ex-presidente Lula, que completa um ano.
João da Costa, vereador do Recife criticou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e classificou Lula como um "preso político". "É importante que essa militância exista para a gente poder combater a injustiça, defender a democracia, contra a reforma da Previdência e a articulação de tentar desautorizar percentuais mínimos para educação e saúde (...) É a retomada de uma ofensiva" afirmou o parlamentar.
"Ele não pode estar solto porque é uma liderança capaz de mobilizar a nação contra a verdadeira destruição que o governo Bolsonaro vem implantando no Brasil" disse ainda o vereador do Recife.
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Manifestantes em Caetés (Foto: Divulgação)[/caption]
Em Caetés, cidade-natal de Lula, também houve manifestação. Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fizeram uma caminhada de Garanhuns até Caetés. A manifestação foi até a casa do ex-presidente, no sítio Várzea Comprida.
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Durante a caminhada, o candidato conversou com moradores e trocou experiências ao longo do trajeto. A movimentação também contou com a presença de pessoas que acompanham sua candidatura à Alepe.
A governadora e candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco terá seus compromissos concentrados na capital pernambucana.
A estratégia amplia o alcance do deputado tanto no Sertão quanto no Agreste, duas regiões importantes para a disputa eleitoral em Pernambuco.
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