A insígnia foi criada por Napoleão Bonaparte em 1802 e tem como objetivo homenagear mulheres e homens que, por meio de sua coragem, talento, dedicação ou realizações excepcionais, prestaram serviços importantes ao país.
Marina Silva. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
A deputada federal e ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, recebeu nesta terça-feira, 1º de julho, na Embaixada da França, em Brasília, a insígnia de Cavaleira da Ordem Nacional da Legião de Honra, a mais alta condecoração da República Francesa.
A solenidade contou com a presença do ministro da Europa e dos Assuntos Exteriores da França, Jean-Noël Barrot. Segundo a embaixada, a homenagem reconhece a trajetória de mais de três décadas de Marina em defesa do meio ambiente, dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, além de sua atuação no enfrentamento das mudanças climáticas.
Marina Silva disse que recebeu a honraria como um reconhecimento ao trabalho realizado pelo Brasil que, nos governos do presidente Lula, reconstruiu e fortaleceu sua política ambiental e climática.
“Os resultados alcançados nesse período pertencem ao povo brasileiro e às instituições do Estado”, disse.
A insígnia foi criada por Napoleão Bonaparte em 1802 e tem como objetivo homenagear mulheres e homens que, por meio de sua coragem, talento, dedicação ou realizações excepcionais, prestaram serviços importantes à França.
Ao longo de seus mais de 200 anos de história, a Legião de Honra foi concedida a personalidades como Louis Pasteur e Marie Curie.
Entre as personalidades brasileiras condecoradas com a Legião de Honra estão os presidentes Juscelino Kubitschek, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, além de figuras como Gilberto Gil, Oscar Niemeyer e Paulo Coelho.
Marina Silva é uma política, ambientalista e professora brasileira, reconhecida nacional e internacionalmente por sua atuação em defesa da Amazônia, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Ela nasceu em 8 de fevereiro de 1958, em Rio Branco, e teve uma infância marcada pela pobreza em uma família de seringueiros. Aprendeu a ler apenas na adolescência e mais tarde formou-se em História pela Universidade Federal do Acre.
Ela também disputou a Presidência da República em três eleições, em 2010, 2014 e 2018, sempre defendendo pautas ligadas à sustentabilidade, à educação, à ética na política e ao desenvolvimento econômico com preservação ambiental.
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A decisão também ordenou que o Instagram informe quem é o responsável pela página, para que esta pessoa se apresente à justiça.
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