Janja e Lula no desfile de 7 de setembro. Foto: Marcelo CamargoAgência Brasil
O desfile da celebração do 203º aniversário da Independência do Brasil foi encerrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às 11h15.
A celebração foi marcada pelos coro de "sem anistia" pelo público presente na Esplanada, diante do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) - Motta é pressionado pela oposição para pautar projeto de lei, ou pelo menos, a urgência da proposta, que prevê perdão dos crimes de envolvidos em atos antidemocráticos.
Um dos textos pretendido pela oposição garante perdão desde 2019, além de anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o tornar elegível para as eleições do ano que vem.
Outro ponto de destaque do evento foram as ausências. Não participaram do desfile ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
O desfile foi dividido em três temas: Brasil dos Brasileiros, destacando a soberania nacional; Brasil do Futuro, com foco em obras do Novo Programa de Aceleração do Crescimento; e COP30, a conferência do Clima da ONU que será realizada em Belém (PA) em novembro.
Nas arquibancadas montadas na Esplanada, o público recebeu dos organizadores do desfile um boné escrito "Brasil Soberano". Pessoas com camisas da seleção brasileira, item que, nos últimos anos, se tornou símbolo dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também estiveram em peso na plateia.
Entre os presentes, estavam ministros do governo Lula, inclusive Celso Sabino (Turismo) e André Fufuca (Esportes). Ambos sofrem pressão da Federação União Progressista - que reúne o União Brasil e o PP - para deixarem os cargos. Outros auxiliares que estiveram no desfile foram:
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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