Silas Malafaia, Bolsonaro e Lula. Foto¹: Agência Brasil; Foto²: Ricardo Stuckert/PR
Durante uma entrevista ao documentário Apocalipse nos Trópicos, da Netflix, o pastor Silas Malafaia fez declarações que chamaram atenção ao comentar a diferença de postura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), dois dos principais líderes políticos do país.
Malafaia elogiou a atitude de Lula após sua condenação e prisão, e aproveitou para fazer íticas ao ex-presidente Bolsonaro por ter saído do Brasil no fim do seu mandato.
O pastor, conhecido por sua ligação com a direita e por ser um dos principais apoiadores de Bolsonaro ao longo dos últimos anos, afirmou que não concordou com a decisão do ex-presidente de viajar para os Estados Unidos.
Bolsonaro deixou o país no fim de dezembro de 2022, pouco antes da posse de Lula, e não participou da cerimônia de transmissão da faixa presidencial.
“Eu não concordei que ele foi embora para a América. Um líder fica, paga o preço, vai para a cadeia ou não”, disse Malafaia.
Em seguida, ele mencionou o caso de Lula como exemplo de alguém que enfrentou o processo judicial e permaneceu no Brasil.
“Tá aí o Lula. Tudo estava indicando que ele ia para a cadeia. Ele fugiu? Não. Postura de um líder.”
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, no dia 14 de julho, ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.
A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e faz parte das alegações finais, a última fase antes do julgamento dos acusados, que deve ocorrer em setembro deste ano.
No documento, que tem 517 páginas, o procurador-geral, Paulo Gonet, defende que Bolsonaro e os demais réus sejam condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.
As penas máximas para os crimes passam de 30 anos de prisão.
Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação dos seguintes réus:
Em caso de condenação, Cid deverá ter a pena suspensa devido ao acordo de delação premiada assinado com a Policia Federal (PF) durante as investigações.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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