Segundo Celso Amorim, ex-chanceler e assessor especial do presidente, o veto à entrada do país se baseou numa "quebra de confiança".
29 de outubro de 2024 às 09:41 - Atualizado às 12:17
Maduro e Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Nicolás Maduro solicitou na segunda-feira, 28 de outubro, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronuncie sobre o veto do governo brasileiro à entrada da Venezuela no grupo BRICS.
Maduro afirmou esperar que Lula esteja ciente dos fatos e expresse sua posição no momento adequado.
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Em seu programa semanal na TV pública, Maduro apontou o Itamaraty, e não Lula diretamente, como responsável pela decisão, sugerindo que o Ministério das Relações Exteriores brasileiro atua de maneira próxima ao Departamento de Estado dos EUA e lembrando seu papel em eventos históricos como o golpe contra João Goulart.
Embora Lula tenha sido um antigo aliado de Maduro e do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, ele manteve distância após a controversa reeleição de Maduro, alvo de críticas da oposição venezuelana por alegações de fraude.
Segundo Celso Amorim, ex-chanceler e assessor especial de Lula, o veto à entrada da Venezuela se baseou numa “quebra de confiança”.
Além disso, Maduro evitou comentar as insinuações do procurador-geral venezuelano, Tarek Saab, que havia questionado a veracidade do acidente doméstico sofrido por Lula, ocorrido na mesma semana da reunião do BRICS, chamando-o de “álibi” para justificar sua ausência. Maduro enfatizou que a Venezuela não depende do Brasil nem de qualquer outro país e afirmou que seguirá tentando ingressar no BRICS.
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