Emmanuel Macron e Lula em Paris. Foto: Ricardo Stuckert/ PR
Assim como outras autoridades europeias, o presidente da França, Emmanuel Macron, criticou o anúncio de tarifas de 30% sobre produtos do velho continente importados pelos Estados Unidos a partir de 1º de agosto.
Na rede social X, o mandatário francês afirmou compartilhar "a mesma forte desaprovação" quanto à medida em linha com o que foi feito pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen
Na mesma publicação, ele disse que o anúncio feito pelos EUA neste sábado, 12 de julho, ocorre após semanas de negociações entre a Comissão e os norte-americanos.
"Com unidade europeia, cabe mais do que nunca à Comissão afirmar sua determinação em defender resolutamente os interesses europeus", completou Macron.
Como exemplos de iniciativas a serem tomadas, o presidente francês citou a aceleração de "contramedidas" por meio da mobilização de todos os instrumentos à disposição, incluindo os de anticoerção, em referência à regulamentação aprovada na União Europeia em novembro de 2023 para combater coerção econômica de países fora do bloco.
"Com base nisso, a França apoia plenamente a Comissão Europeia nas negociações, que agora se intensificarão, para alcançar um acordo mutuamente aceitável até 1º de agosto, refletindo o respeito que parceiros comerciais como a União Europeia e os Estados Unidos devem ter entre si, com seus interesses compartilhados e cadeias de valor integradas", concluiu Macron.
Para o Brasil, a tarifa anunciada foi de 50%, o que afetaria as importações dos EUA de petróleo, produtos de ferro, café e suco de fruta. O Brasil não foi ameaçado com a taxa "recíproca" elevada em abril - mas, como outros países, enfrentou a tarifa base de 10% nos últimos três meses.
Em resposta, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que poderia acionar a lei de reciprocidade econômica do País - que permite suspender acordos comerciais. Ele também ressaltou que os EUA tiveram superávit comercial de mais de US$ 410 bilhões com o Brasil nos últimos 15 anos.
Estadão Conteúdo
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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