Segundo interlocutores do presidente, o encontro teve como principal pauta as eleições em São Paulo, onde Marco Aurélio de Carvalho é coordenador de campanha
Lula e Marco Aurélio de Carvalho. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu na noite desta quarta-feira, 19 de agosto, no Palácio da Alvorada, em Brasília, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atua na defesa de Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
A reunião acontece enquanto a Polícia Federal investiga Lulinha por suspeitas relacionadas a tráfico de influência e corrupção.
Uma das linhas de investigação envolve uma suposta atuação junto ao Ministério da Saúde em negociações relacionadas ao processo de autorização para a comercialização de cannabis medicinal.
Segundo interlocutores de Lula, o encontro teve como principal pauta as eleições em São Paulo. Marco Aurélio de Carvalho, além de advogado de Lulinha, é coordenador da campanha de Lula no estado.
As mesmas fontes afirmam que outros aliados ligados à política paulista também participaram da reunião no Palácio da Alvorada.
O encontro ocorreu um dia após Lula cancelar uma agenda prevista no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O presidente participaria, às 18h de quarta-feira (18), da cerimônia de posse dos ministros Luis Felipe Salomão e Mauro Luiz Campbell Marques como presidente e vice-presidente da Corte, respectivamente.
Conhecido por uma postura combativa, Marco Aurélio mantém a defesa de Lulinha e tem feito críticas à condução das investigações da Polícia Federal.
O advogado afirma que uma ala da corporação estaria atuando com viés eleitoral no caso e acusa integrantes de promoverem "vazamentos seletivos" de informações relacionadas à investigação.
Marco Aurélio também coordena o grupo de advogados Prerrogativas e chegou a ser considerado para assumir a coordenação jurídica da campanha de Lula nas eleições.
A possibilidade, porém, não avançou. Segundo relatos, divergências entre o advogado e integrantes da cúpula da campanha contribuíram para afastar seu nome da função.
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A conexão deverá ser liberada pelas operadoras 72 horas antes dos turnos e 24 horas após a votação.
O pedido foi enviado ao gabinete do ministro Luiz Fux, que já cuida das ações que discutem as regras desse mercado.
A avaliação permite verificar, em ambiente controlado e simultaneamente ao pleito, se os votos registrados nos equipamentos correspondem exatamente aos votos inseridos durante a auditoria.
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