Lula e Luciana Santos.
Horas antes da abertura oficial do 16º Congresso do PCdoB, o saguão de entrada do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, recebeu delegações de todas as regiões do país.
O auditório recebeu mais de mil delegados e militantes para a cerimônia de abertura. A mesa principal contou com a presença de vinte lideranças políticas, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidenta do PCdoB e ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, a ministra Gleisi Hoffmann, o ministro Paulo Teixeira, o deputado Renildo Calheiros e o prefeito de Recife, João Campos. Também participaram representantes internacionais, como Rolando Ernesto Yero Travieso, do Partido Comunista de Cuba, e Wang Jialei, do Partido Comunista da China.
Cerca de trinta lideranças, incluindo parlamentares e dirigentes do PCdoB, estiveram presentes atrás do palco, entre eles Jandira Feghali, Walter Sorrentino, Alice Portugal, Orlando Silva e Márcio Jerry. Movimentos sociais como UNE, UBES, UJS e Contag também foram representados, além de convidados como André Basbaum, presidente da EBC, e Tanara Lauschner, reitora da Universidade Federal do Amazonas.
Durante a abertura, o presidente do PT, Edinho Silva, mencionou a aliança entre PT e PCdoB como base para um projeto nacional. Luciana Santos destacou a parceria entre os partidos desde 1989, citando o dirigente João Amazonas.
O representante do Partido Comunista da China, Wang Jialei, leu uma mensagem enviada pelo Comitê Central chinês em apoio ao 16º Congresso do PCdoB, mencionando os avanços sociais no Brasil e propondo o aprofundamento das relações bilaterais.
O presidente Lula encerrou a cerimônia com um discurso de aproximadamente trinta minutos. Durante sua fala, saudou o dirigente comunista Renato Rabelo e ressaltou a importância do diálogo dos militantes com a população.
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Candidata ao Senado esteve em Orobó, Casinhas, Santa Cruz do Capibaribe e Surubim ao lado de João Campos, Humberto Costa e lideranças da região
O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01833/2026.
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
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