Presidente Lula. Foto: Agência Brasil
A maioria dos eleitores brasileiros não considera que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) merece ser reeleito em 2026. Segundo a pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, 51% dos entrevistados afirmaram que o petista não deveria continuar no cargo.
Por outro lado, 47% disseram que Lula merece um novo mandato à frente da Presidência da República. O percentual de eleitores que não soube ou preferiu não responder foi de 2%.
De acordo com analistas do instituto, os números indicam uma divisão consolidada do eleitorado em relação à continuidade da atual gestão, cenário que sugere uma disputa acirrada nas eleições presidenciais de 2026.
O estudo também apontou que a maneira como Lula está lidando com seu trabalho como presidente da República é desaprovada por 51,4% dos brasileiros e aprovada por outros 46,6% dos eleitores.
De acordo com o levantamento, são 22,3% os eleitores que consideram o governo bom, enquanto 19% acham que é regular, 18,7% acham que é ruim e 26% apontam como péssimo. Os que não sabem são 2,2%.
A pesquisa também mediu a avaliação de Lula por área de atuação (economia, segurança, saúde e educação). Os piores resultados de Lula são na segurança pública, área na qual 32,9% dos brasileiros acham a gestão péssima e outros 19,4% a veem como ruim. De outro lado, 14% apontam o governo como bom na segurança e 23,3% o enxergam como regular.
O melhor resultado se dá na economia, na qual o conceito "bom" foi atribuído por 24% dos eleitores, o regular por 22%, o ruim por 14% e o péssimo por 27%.
O levantamento ainda questionou se Lula merece continuar como presidente, considerando as eleições de 2026. Para 51%, ele não merece, enquanto 47% acham que ele merece a reeleição.
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A Justiça também determinou medidas para bloquear o patrimônio dos suspeitos, como o sequestro de bens e restrições à atuação de empresas ligadas ao grupo.
Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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