Presidente Lula com corte na cabeça. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em coletiva realizada na manhã desta terça-feira, 10 de dezembro, no Hospital sírio-libanês de São Paulo, a equipe médica liderada por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontra-se estável, conversando e se alimentando, após a cirurgia para drenagem de hematoma no cérebro, realizada na madrugada desta terça. A cirurgia demorou duas horas e não houve sequelas.
Os médicos disseram que o presidente ficará em observação, as próximas 48 horas na UTI, e reiteraram que não houve sequelas.
O cardiologista Roberto Kalil Filho informou na coletiva que o presidente passou por um procedimento chamado trepanação, que é uma pequena perfuração do crânio para drenagem de sangramento no cérebro.
Kalil disse que o presidente sentiu mal-estar na véspera e foi orientado a fazer exames de rotina. "Fez-se uma tomografia e se constatou novo sangramento na região do cérebro. Após uma ressonância, o sangramento se comprovou", afirmou o médico.
O presidente foi então transferido para a unidade do Sírio Libanês de São Paulo e submetido à cirurgia. Segundo Kalil, ele esteve lúcido durante o voo e saiu da cirurgia "praticamente acordado". Lula deve permanecer na UTI por cerca de 48h, e a previsão é de que retorne a Brasília no começo da próxima semana
Estadão Conteúdo
2
02:23, 05 Out
26
°c
Fonte: OpenWeather
O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
mais notícias
+