Presidente Lula. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi operado às pressas na madrugada desta terça-feira, 10 de dezembro, após sentir dores de cabeça, segundo informou um boletim divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês. Após sentir dores de cabeça, uma ressonância magnética identificou uma hemorragia intracraniana, decorrente do acidente domiciliar sofrido em outubro.
Lula foi submetido a uma craniotomia para drenagem do hematoma. A cirurgia ocorreu sem intercorrências e o presidente está em boas condições de saúde sob supervisão médica na UTI.
A equipe é liderada por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio em São Paulo, para onde Lula foi transferido após o início das dores em Brasília.
Na data do acidente que levou às dores, o Estadão apurou que o presidente caiu no banheiro do Palácio da Alvorada no final da tarde, após retornar de São Paulo.
O presidente foi levado à unidade do Sírio na capital federal onde seu ferimento na cabeça foi tratado. Ele levou três pontos no local. Após o atendimento médico, o presidente foi liberado para retornar ao Alvorada.
Na ocasião, segundo o Hospital Sírio-Libanês de Brasília, o presidente sofreu uma lesão com corte e contusão na parte de trás da cabeça.
Dois dias após o acidente, em conversa com o candidato petista à prefeitura de Camaçari (BA) Luiz Carlos Caetano, Lula disse que a queda ocorreu por "bobagem" e não afetou "nenhuma parte mais delicada".
Estadão Conteúdo
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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